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Lucas Telles e o 7 cordas Lineu Bravo

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O violonista e compositor Lucas Telles adquiriu em 2013, o primeiro 7 cordas de Aço modelo Rogério Caetano com tampo de pinho construído pelo luthier Lineu Bravo. Antes disso, em 2010, o luthier construiu para ele um 7 cordas de náilon.

Lucas contou como ficou sabendo do trabalho do luthier: “Conheço os violões dele desde a época que ele morou em Ouro Preto, quando alguns colegas daqui de MG adquiriram. Mas fui conhecê-lo pessoalmente em 2008, em Belo Horizonte, quando o Lineu veio entregar um violão a um amigo. Nessa ocasião já fiquei muito interessado em comprar um violão dele, mas ainda não tinha condições financeiras. Depois, em 2009, estive com ele no festival de música de Ourinhos e toquei no violão que ele havia levado para o Maurício Carrilho, foi ai que encomendei meu primeiro violão feito por ele. O segundo, 7 de aço, encomendei depois de conhecer o model na casa do Rogério Caetano.”

Sobre a carreira de Lucas Telles

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Natural de Juiz de Fora, o violonista e compositor é graduado em música, com habilitação em violão pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

O músico também é formado pela Promusic Escola de Música, onde lecionou de 2007 a 2010. Em 2013, foi um dos vencedores do XIII Premio BDMG Instrumental e teve seu trabalho selecionado para participar do Música Independente 2013.

Foi selecionado pelos programas do BDMG Cultural, Jovem Músico, em 2009, e Jovem Instrumentista, em 2011 e classificou-se, também, em terceiro lugar, no concurso de composição do I Festival Choro Novo, em 2011.

Já dividiu palco com Marku Ribas, Toninho Carrasqueira, Nailor Proveta, Zé Nogueira, Waldir Silva, Mauro Zockratto, Leo Eymard, e grupo Capela em Trio.

Participou de programas como “Sesc Instrumental”, da TV Sesc São Paulo; “Música de Todos os Tempos” e “Dedo de Prosa”, da TV Horizonte, e “Opinião Minas”, da Rede Minas. Bacharelando em composição pela UFMG, Lucas Telles se divide entre os estudos e o seu grupo, Toca de Tatu, que lançou o primeiro álbum, “Meu amigo Radamés”, no primeiro semestre de 2013.

Depoimento de Lucas Telles sobre seus violões Lineu Bravo

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Lucas deixou um pequeno depoimento sobre os dois instrumentos que possui, construído pelo luthier Lineu Bravo: “O violão do Lineu é incrível. Me acompanha a 8 anos, em diversas gravações, shows e viagens. Tem um timbre super bonito e um grave bem presente, além de uma tocabilidade incomparável. É um dos violões mais requisitados do Brasil e fico muito feliz de poder ter dois exemplares comigo!”.

Sobre Lineu Bravo

Lineu Bravo é luthier autodidata, apreciador de boa música. Desde cedo desenvolveu intimidade com a madeira na marcenaria do pai. Construiu o primeiro instrumento aos 14. Desde então, seus violões, cavacos, bandolins e violas têm ido parar nas mãos de grandes músicos. Guinga, Zélia Duncan, Marcus Tardelli, Marco Pereira, João Bosco, Yamandú Costa, Chico Buarque, Ulisses Rocha, Hamilton de Holanda, Ângela Muner, Rogério Caetano, Mauricio Carrilho, Luciana Rabello, João Lyra, Mauricio Marques, Edson Lopes, Alessandro Penezzi, Juarez Moreira, Fernando César, Jayme Vignoli, Flávio Apro, Giacomo Bartoloni, Swami Jr, Rosa Passos, Ana Carolina, Zé Paulo Becker, Douglas Lora e todos os integrantes do Quarteto Maogani são alguns deles.

 

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Conheça Fernando César, cliente de Lineu Bravo

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Fernando César possui uma trajetória musical que se confunde com a de seu irmão, Hamilton de Holanda no grupo Dois de Ouro. Eles começaram a tocar, ainda crianças, incentivados pelo pai. Esse brilhante brasiliense, cliente do luthier Lineu Bravo, é violonista, professor, compositor, arranjador e produtor musical. Possui dois violões feitos pelo luthier, um 7 cordas de náilon e um 7 cordas de aço modelo Rogério Caetano.

Sobre Lineu Bravo

Lineu Bravo é luthier autodidata, apreciador de boa música e morador da cidade de Taubaté, São Paulo. Desde cedo desenvolveu intimidade com a madeira na marcenaria do pai. Construiu o primeiro instrumento aos 14. Desde então, seus violões, cavacos, bandolins e violas têm ido parar nas mãos de grandes músicos. Zélia Duncan, Guinga, Marcus Tardelli, Marco Pereira, João Bosco, Yamandú Costa, Chico Buarque, Ulisses Rocha, Hamilton de Holanda, Ângela Muner, Rogério Caetano, Maurício Carrilho, Luciana Rabello, João Lyra, Maurício Marques, Edson Lopes, Alessandro Penezzi, Juarez Moreira, Fernando César, Jayme Vignoli, Flávio Apro, Giacomo Bartoloni, Swami Jr, Rosa Passos, Ana Carolina, Zé Paulo Becker, Douglas Lora e todos os integrantes do Quarteto Maogani são alguns deles.

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Marcus Tardelli, solista de violão e cliente de Lineu Bravo, conta como foi ser presenteado com um instrumento do luthier

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Marcus Tardelli, natural de Petrópolis, Rio de Janeiro, é solista de violão e autodidata, sendo que suas influências são muito mais musicais do que violonísticas.

O músico reinventou o instrumento o violão, criando uma nova forma de tocá-lo. Lineu Bravo explica esse dom de seu talentoso cliente: “O violão na mão dele vira outro instrumento.”.

O compositor, violonista e também cliente de Lineu Bravo, Guinga, refere-se a Marcus como maior violonista que o Brasil já produziu: “Ele é um revolucionário na técnica violonística, um gênio, inventou uma nova técnica no violão que só ele executa. Em um dos movimentos dessa técnica, ele usa o polegar da mão esquerda com uma liberdade que o polegar nunca teve no violão.”.

A técnica inovadora de Marcus Tardelli

Antes de começar a tocar violão, com 7 anos de idade, Marcus Tardelli já tinha uma profunda relação com a música. “Ouvia muitos discos desde muito cedo, já tinha muitos sons em minha mente e o violão surgiu mais como uma ferramenta para expressar as ideias. Como sempre gostei mais de música do que de violão, e devido à minha facilidade com o instrumento, eu naturalmente desenvolvi técnicas para expressar os sons que eu imaginava, como o uso ativo do polegar esquerdo na frente do braço do violão, e outras disposições inéditas como o uso de outras angulações dos dedos em diferentes pestanas, notas pressionadas com a unha ou parte da mão.”, explica o violinista, cliente do luthier Lineu Bravo.

Para Tardelli, o violão era a ponte e o objetivo sempre foi a música, portanto sua técnica surgiu como uma necessidade de atingir a música que ele imaginava, já que a tradicional poderia não dar conta.

Em depoimento ao Violão Ibérico, Marcus Tardelli conta como desenvolveu sua técnica:

O disco “Unha e Carne” e o violão Lineu Bravo

O disco de violão solo “Unha e Carne” foi gravado com composições de Guinga, e Tardelli fez todos os arranjos com sua forma particular de tocar e pensar o instrumento. Ele gravou esse disco utilizando o violão preferido de Guinga, construído pelo luthier Lineu Bravo.

Tardelli contou um pouco sobre essa história: “Pouco antes de começar a gravação do meu disco “Unha e Carne” (CD dos meus arranjos pra violão solo de composições do Guinga), eu estava testando alguns violões no estúdio que combinassem mais com aquele repertório. Na época, além dos violões que eu tinha, levei um violão do Lineu que o Guinga tinha acabado de receber. Ele estava encantado com o instrumento, dizendo que era um dos melhores que ele já tinha tocado. Então, ele sugeriu que eu fizesse o teste no estúdio com esse instrumento para a gravação.
Durante os testes, o violão encaixou tão bem com o repertório que acabou sendo usado na maioria das faixas.”.
Surpresas na reta final da gravação: “Já quase no final do disco, no dia seguinte a uma emocionante sessão de gravações, o Guinga, que acompanhou todo o processo do CD, chegou pela manhã no estúdio emocionado com dois presentes:
Uma música feita em minha homenagem que acabou sendo gravada logo a seguir e que levou o nome do disco “Unha e Carne”, expressão que além de resumir o toque da mão direita do violão (com a unha e a carne do dedo), serviu pra celebrar a relação de afinidade entre dois artistas.
O segundo presente foi o violão do Lineu que eu estava usando nas gravações.
Ele disse: “Depois de ouvir você tocar nesse instrumento, vi que este não me pertence mais”.

Depoimento de Marcus Tardelli sobre seu violão Lineu Bravo

“Poucas vezes, vi tantas qualidades em um só violão: perfeito equilíbrio entre timbres, potente volume, um confortável braço e um lindo acabamento. É um instrumento que, sem dúvida, não deve nada aos grandes violões de renome internacional.”

Sobre Lineu Bravo

Lineu Bravo é luthier autodidata, apreciador de boa música. Desde cedo desenvolveu intimidade com a madeira na marcenaria do pai. Construiu o primeiro instrumento aos 14. Desde então, seus violões, cavacos, bandolins e violas têm ido parar nas mãos de grandes músicos. Guinga, Zélia Duncan, Marcus Tardelli, Marco Pereira, João Bosco, Yamandú Costa, Chico Buarque, Ulisses Rocha, Hamilton de Holanda, Ângela Muner, Rogério Caetano, Mauricio Carrilho, Luciana Rabello, João Lyra, Mauricio Marques, Edson Lopes, Alessandro Penezzi, Juarez Moreira, Fernando César, Jayme Vignoli, Flávio Apro, Giacomo Bartoloni, Swami Jr, Rosa Passos, Ana Carolina, Zé Paulo Becker, Douglas Lora e todos os integrantes do Quarteto Maogani são alguns deles.

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As peças essenciais na carreira do luthier Lineu Bravo: clientes estrelados

Lineu Bravo conta as peculiaridades de alguns de seus famosos clientes

O Luthier Lineu Bravo possui uma forma peculiar de trabalho. Consegue, com seu jeito próprio, entender a vibração da madeira de forma completamente intuitiva, sendo essa a sua principal ferramenta.

Lineu relata que a busca por clientes diferenciados sempre fez a diferença no resultado de seu minucioso trabalho: “Com o passar do tempo, continuei procurando sempre músicos mais exigentes e assim meu trabalho foi e continua se desenvolvendo. É muito interessante como as necessidades e expectativas de diferentes músicos variam de acordo com o estilo musical de cada um, o que me força a fazer instrumentos com o máximo de qualidade possível.”.

Luthier Lineu Bravo em sua oficina em Taubaté/Foto: Pedro Ivo Prates

Luthier Lineu Bravo em sua oficina em Taubaté/Foto: Pedro Ivo Prates

Entende-se, desta forma, que o nascimento da arte é a mistura perfeita de todos os itens envolvidos: construção do instrumento, músico e música, público.

Conheça um pouco mais sobre alguns dos clientes de Lineu Bravo, que sempre foram e serão essenciais em sua história e carreira de luthier!

Guinga

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O talentoso Guinga é um dos grandes compositores da música brasileira de todos os tempos e respeitado por todos os músicos brasileiros: toca violão, compõe e canta. “Guinga é simplesmente genial”, elogia o luthier Lineu Bravo.

João Lyra

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Músico nordestino, nascido no Alagoas, profundo conhecedor de todos os tipos de música. Lineu acredita que a riqueza da música deste violonista está no fato de que ele nunca abandonou suas raízes: “Conhece muito de toda música universal, mas com um pé no nordeste, que ele não tira jamais”.

Chico Buarque

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Cliente de Lineu Bravo que dispensa apresentações. O luthier explica sua grande honra: “Ele tem o violão como parceiro de composição. Compõe ao violão e o fato de ele ter um violão meu é uma medalha.”.

Marcus Tardelli

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Solista de violão, reinventou o instrumento, criando uma nova forma de tocá-lo. Lineu Bravo explica: “O violão na mão dele vira outro instrumento.”.

Marco Pereira

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Conhecido mundialmente, o músico é uma das grandes referências internacionais do violão brasileiro. Lineu explica que ele transita entre estilos muito bem: “Ele tem um pé no erudito e outro no popular e faz as duas coisas com muita propriedade”.

 Rogério Caetano

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É um grande representante do Choro e consegue, com a escola do choro do violão de 7 cordas de aço brasileiro, transitar em todos os gêneros musicais: “Hoje, é um dos músicos mais requisitados do brasil”.

Hamilton de Holanda

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Hamilton é bandolinista, vindo da escola do Choro. Criou um novo instrumento ao transformar o bandolim de 8 cordas em um bandolim de 10 cordas. Também toca outros instrumentos, como o violão tenor, e possui um construído por Lineu Bravo. Atualmente, Hamilton transita por todos os gêneros musicais, do forró ao jazz contemporâneo.

Mauricio Carrilho e Luciana Rabello

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Parceiros musicais de longa data: Maurício tocando violão 7 cordas e Luciana o cavaquinho, ambos possuem instrumentos construídos por Lineu Bravo. Possuem uma gravadora especializada em choro, a Acari Records e também a escola portátil de música, uma usina de produção de grandes músicos. “Muita gente passou e passa por lá, eles são os grandes responsáveis pelo fato de o choro estar tão vivo hoje no Brasil”, conta Lineu.

João Bosco

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João Bosco, um dos grandes nomes da MPB, é uma referência não apenas como cantor e como compositor, desde a década de 70, mas também devido a sua forma muito peculiar de tocar o violão: “Ele usa o violão para se acompanhar, tem uma pegada única. Respeitadíssimo por todos os músicos, além de compositor é um grande instrumentista”.

Alessandro Penezzi

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Músico talentoso e criativo: “Ele é virtuoso e criativo, possui uma grande sensibilidade, faz coisas no violão que são impossíveis de fazer”, conta o luthier.

 Fernando César

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Músico cuidadoso e elaborado, também atua como professor em Brasília, orientando músicos iniciantes. “Ele é um grande professor, forma, apoia e produz muita gente. Por isso é um dos grandes fomentadores da música brasileira.”, conta Lineu Bravo.

Novidades nas carreiras dos clientes de Lineu Bravo, acesse:

- Guinga

- João Lyra

- Chico Buarque

- Marcus Tardelli 

- Marco Pereira 

- Rogério Caetano 

- Hamilton de Holanda 

- Luciana Rabello 

- Maurício Carrilho 

- João Bosco 

- Alessandro Penezzi

- Fernando César 

 

Sobre Lineu Bravo

Lineu Bravo é luthier autodidata, apreciador de boa música e morador da cidade de Taubaté, São Paulo. Desde cedo desenvolveu intimidade com a madeira na marcenaria do pai. Construiu o primeiro instrumento aos 14. Desde então, seus violões, cavacos, bandolins e violas têm ido parar nas mãos de grandes músicos. Guinga, Marcus Tardelli, Marco Pereira, João Bosco, Yamandú Costa, Chico Buarque, Ulisses Rocha, Hamilton de Holanda, Ângela Muner, Rogério Caetano, Maurício Carrilho, Luciana Rabello, João Lyra, Maurício Marques, Edson Lopes, Alessandro Penezzi, Juarez Moreira, Fernando César, Jayme Vignoli, Flávio Apro, Giacomo Bartoloni, Swami Jr, Rosa Passos, Ana Carolina, Zé Paulo Becker, Douglas Lora e todos os integrantes do Quarteto Maogani são alguns deles.