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Guilherme Lamas, cliente de Lineu Bravo, lança novo disco em parceria com Rafael Thomaz

Saiba tudo sobre o álbum que será lançado em março de 2018

Duo Rafael Thomaz e Guilherme Lamas 3

Guilherme Lamas, cliente de Lineu Bravo, lança em março de 2018 um novo álbum chamado “Idas e Vindas”, um trabalho autoral de música instrumental em homenagem ao compositor e multi-instrumentista Garoto, Aníbal Augusto Sardinha.

O trabalho é um Duo de Violões, em parceria com o músico Rafael Thomaz, que foi um dos primeiros clientes de Lineu, quando Rafael ainda estudava no conservatório de Tatuí. Atualmente, o violão não está mais com ele.

Já Guilherme, toca um 7 cordas de aço modelo Rogério Caetano e, em breve, vai estrear seu novo instrumento que o luthier está fabricando para ele, um 7 cordas de náilon.

Novo álbum

O álbum “Idas e Vindas”, um Duo de Violões, desenvolve o trabalho autoral de música instrumental partindo da homenagem em comemoração ao centenário do compositor e multi-instrumentista Garoto, Aníbal Augusto Sardinha.

As músicas foram compostas em 2015 e são inspiradas na musicografia de Garoto – que fazem parte da trajetória do Duo.

O repertório do disco é constituído por variações em torno do choro, que vai desde polcas tradicionais até o choro moderno, com diversas influências externas.

O projeto começou a ser desenvolvido em 2014 e partiu de arranjos com a interação dos dois músicos, Guilherme Lamas e Rafael Thomaz, como solistas dos instrumentos: o Violão 7 Cordas de Aço e Violão 6 Cordas de Nylon.

O show de lançamento, que será no auditório ADunicamp, já tem data e está agendado para o dia 22 de março de 2018. No dia 19 de abril de 2018, o show será no teatro SESC Campinas.

Sobre a carreira de Guilherme Lamas

Guilherme Lamas - Copia

Guilherme Lamas é músico formado em Violão Popular 7 Cordas e mestrando em Música na Unicamp. É também violonista, arranjador, compositor, produtor musical e professor.

Seu trabalho é difundido nos Centros Culturais, Conservatórios, Universidades, Sesc’s e Prefeituras do interior do Estado de São Paulo, e também no exterior, com turnê nos Estados Unidos e Colômbia.

Em 2017, foi indicado ao prêmio “Melhores Instrumentistas da Música Brasileira 2017”.

Os trabalhos de Guilherme são publicados nas importantes plataformas, como sites: ViolaB, Discos do Brasil, Lineu Bravo, rádio USP, rádio Câmara, rádio Lora (Suíça), além das mídias digitais: Spotify, Deezer, ITunes, Site, Youtube, FanPage, SoundCloud.

Guilherme Lamas e o violão Lineu Bravo

Guilherme Lamas toca um Violão Lineu Bravo 7 Cordas de aço modelo Rogério Caetano, adquirido em agosto de 2016. Logo, vai estrear seu novo instrumento construído por Lineu Bravo: um 7 cordas de náilon.

O músico conheceu os violões de náilon confeccionados por Lineu Bravo em 2005, época em que estudou no Conservatório de Tatuí.

“O Violão de 7 Cordas de Aço Lineu Bravo é uma obra prima, estou super feliz em poder tê-lo no meu dia a dia. No dia em que peguei o violão em sua luthieria, já fiquei impressionado com o instrumento no primeiro acorde que toquei: timbre, volume, equilíbrio, tocabilidade, afinação.”, conta Guilherme sobre seu violão. Você pode conferir o depoimento do músico, na íntegra, aqui!

Sobre a carreira de Rafael Thomaz

Rafael Thomaz é doutorando e mestre em música pela UNICAMP, onde cursou o Bacharelado em Música Popular. Atua como violonista, tanto no âmbito da música de concerto quanto na música popular.

Foi premiado em concursos nacionais de violão, apresentou-se como concertista em importantes séries de concerto e como solista a frente de orquestras e grupos de câmara.

Atua também ativamente como professor, técnico de som e produtor musical.

Sobre Lineu Bravo

Lineu Bravo é luthier autodidata, apreciador de boa música. Desde cedo desenvolveu intimidade com a madeira na marcenaria do pai. Construiu o primeiro instrumento aos 14. Desde então, seus violões, cavacos, bandolins e violas têm ido parar nas mãos de grandes músicos. Guinga, Zélia Duncan, Marcus Tardelli, Marco Pereira, João Bosco, Yamandú Costa, Chico Buarque, Ulisses Rocha, Hamilton de Holanda, Ângela Muner, Rogério Caetano, Mauricio Carrilho, Luciana Rabello, João Lyra, Mauricio Marques, Edson Lopes, Alessandro Penezzi, Juarez Moreira, Fernando César, Jayme Vignoli, Flávio Apro, Giacomo Bartoloni, Swami Jr, Rosa Passos, Ana Carolina, Zé Paulo Becker, Douglas Lora e todos os integrantes do Quarteto Maogani são alguns deles.

Site Guilherme Lamas

FanPage Guilherme Lamas

Youtube Guilherme Lamas

Site Rafael Thomaz

Lucas Telles e o 7 cordas Lineu Bravo

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O violonista e compositor Lucas Telles adquiriu em 2013, o primeiro 7 cordas de Aço modelo Rogério Caetano com tampo de pinho construído pelo luthier Lineu Bravo. Antes disso, em 2010, o luthier construiu para ele um 7 cordas de náilon.

Lucas contou como ficou sabendo do trabalho do luthier: “Conheço os violões dele desde a época que ele morou em Ouro Preto, quando alguns colegas daqui de MG adquiriram. Mas fui conhecê-lo pessoalmente em 2008, em Belo Horizonte, quando o Lineu veio entregar um violão a um amigo. Nessa ocasião já fiquei muito interessado em comprar um violão dele, mas ainda não tinha condições financeiras. Depois, em 2009, estive com ele no festival de música de Ourinhos e toquei no violão que ele havia levado para o Maurício Carrilho, foi ai que encomendei meu primeiro violão feito por ele. O segundo, 7 de aço, encomendei depois de conhecer o model na casa do Rogério Caetano.”

Sobre a carreira de Lucas Telles

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Natural de Juiz de Fora, o violonista e compositor é graduado em música, com habilitação em violão pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

O músico também é formado pela Promusic Escola de Música, onde lecionou de 2007 a 2010. Em 2013, foi um dos vencedores do XIII Premio BDMG Instrumental e teve seu trabalho selecionado para participar do Música Independente 2013.

Foi selecionado pelos programas do BDMG Cultural, Jovem Músico, em 2009, e Jovem Instrumentista, em 2011 e classificou-se, também, em terceiro lugar, no concurso de composição do I Festival Choro Novo, em 2011.

Já dividiu palco com Marku Ribas, Toninho Carrasqueira, Nailor Proveta, Zé Nogueira, Waldir Silva, Mauro Zockratto, Leo Eymard, e grupo Capela em Trio.

Participou de programas como “Sesc Instrumental”, da TV Sesc São Paulo; “Música de Todos os Tempos” e “Dedo de Prosa”, da TV Horizonte, e “Opinião Minas”, da Rede Minas. Bacharelando em composição pela UFMG, Lucas Telles se divide entre os estudos e o seu grupo, Toca de Tatu, que lançou o primeiro álbum, “Meu amigo Radamés”, no primeiro semestre de 2013.

Depoimento de Lucas Telles sobre seus violões Lineu Bravo

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Lucas deixou um pequeno depoimento sobre os dois instrumentos que possui, construído pelo luthier Lineu Bravo: “O violão do Lineu é incrível. Me acompanha a 8 anos, em diversas gravações, shows e viagens. Tem um timbre super bonito e um grave bem presente, além de uma tocabilidade incomparável. É um dos violões mais requisitados do Brasil e fico muito feliz de poder ter dois exemplares comigo!”.

Sobre Lineu Bravo

Lineu Bravo é luthier autodidata, apreciador de boa música. Desde cedo desenvolveu intimidade com a madeira na marcenaria do pai. Construiu o primeiro instrumento aos 14. Desde então, seus violões, cavacos, bandolins e violas têm ido parar nas mãos de grandes músicos. Guinga, Zélia Duncan, Marcus Tardelli, Marco Pereira, João Bosco, Yamandú Costa, Chico Buarque, Ulisses Rocha, Hamilton de Holanda, Ângela Muner, Rogério Caetano, Mauricio Carrilho, Luciana Rabello, João Lyra, Mauricio Marques, Edson Lopes, Alessandro Penezzi, Juarez Moreira, Fernando César, Jayme Vignoli, Flávio Apro, Giacomo Bartoloni, Swami Jr, Rosa Passos, Ana Carolina, Zé Paulo Becker, Douglas Lora e todos os integrantes do Quarteto Maogani são alguns deles.

 

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Conheça Fernando César, cliente de Lineu Bravo

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Fernando César possui uma trajetória musical que se confunde com a de seu irmão, Hamilton de Holanda no grupo Dois de Ouro. Eles começaram a tocar, ainda crianças, incentivados pelo pai. Esse brilhante brasiliense, cliente do luthier Lineu Bravo, é violonista, professor, compositor, arranjador e produtor musical. Possui dois violões feitos pelo luthier, um 7 cordas de náilon e um 7 cordas de aço modelo Rogério Caetano.

Sobre Lineu Bravo

Lineu Bravo é luthier autodidata, apreciador de boa música e morador da cidade de Taubaté, São Paulo. Desde cedo desenvolveu intimidade com a madeira na marcenaria do pai. Construiu o primeiro instrumento aos 14. Desde então, seus violões, cavacos, bandolins e violas têm ido parar nas mãos de grandes músicos. Zélia Duncan, Guinga, Marcus Tardelli, Marco Pereira, João Bosco, Yamandú Costa, Chico Buarque, Ulisses Rocha, Hamilton de Holanda, Ângela Muner, Rogério Caetano, Maurício Carrilho, Luciana Rabello, João Lyra, Maurício Marques, Edson Lopes, Alessandro Penezzi, Juarez Moreira, Fernando César, Jayme Vignoli, Flávio Apro, Giacomo Bartoloni, Swami Jr, Rosa Passos, Ana Carolina, Zé Paulo Becker, Douglas Lora e todos os integrantes do Quarteto Maogani são alguns deles.

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Marcus Tardelli, solista de violão e cliente de Lineu Bravo, conta como foi ser presenteado com um instrumento do luthier

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Marcus Tardelli, natural de Petrópolis, Rio de Janeiro, é solista de violão e autodidata, sendo que suas influências são muito mais musicais do que violonísticas.

O músico reinventou o instrumento o violão, criando uma nova forma de tocá-lo. Lineu Bravo explica esse dom de seu talentoso cliente: “O violão na mão dele vira outro instrumento.”.

O compositor, violonista e também cliente de Lineu Bravo, Guinga, refere-se a Marcus como maior violonista que o Brasil já produziu: “Ele é um revolucionário na técnica violonística, um gênio, inventou uma nova técnica no violão que só ele executa. Em um dos movimentos dessa técnica, ele usa o polegar da mão esquerda com uma liberdade que o polegar nunca teve no violão.”.

A técnica inovadora de Marcus Tardelli

Antes de começar a tocar violão, com 7 anos de idade, Marcus Tardelli já tinha uma profunda relação com a música. “Ouvia muitos discos desde muito cedo, já tinha muitos sons em minha mente e o violão surgiu mais como uma ferramenta para expressar as ideias. Como sempre gostei mais de música do que de violão, e devido à minha facilidade com o instrumento, eu naturalmente desenvolvi técnicas para expressar os sons que eu imaginava, como o uso ativo do polegar esquerdo na frente do braço do violão, e outras disposições inéditas como o uso de outras angulações dos dedos em diferentes pestanas, notas pressionadas com a unha ou parte da mão.”, explica o violinista, cliente do luthier Lineu Bravo.

Para Tardelli, o violão era a ponte e o objetivo sempre foi a música, portanto sua técnica surgiu como uma necessidade de atingir a música que ele imaginava, já que a tradicional poderia não dar conta.

Em depoimento ao Violão Ibérico, Marcus Tardelli conta como desenvolveu sua técnica:

O disco “Unha e Carne” e o violão Lineu Bravo

O disco de violão solo “Unha e Carne” foi gravado com composições de Guinga, e Tardelli fez todos os arranjos com sua forma particular de tocar e pensar o instrumento. Ele gravou esse disco utilizando o violão preferido de Guinga, construído pelo luthier Lineu Bravo.

Tardelli contou um pouco sobre essa história: “Pouco antes de começar a gravação do meu disco “Unha e Carne” (CD dos meus arranjos pra violão solo de composições do Guinga), eu estava testando alguns violões no estúdio que combinassem mais com aquele repertório. Na época, além dos violões que eu tinha, levei um violão do Lineu que o Guinga tinha acabado de receber. Ele estava encantado com o instrumento, dizendo que era um dos melhores que ele já tinha tocado. Então, ele sugeriu que eu fizesse o teste no estúdio com esse instrumento para a gravação.
Durante os testes, o violão encaixou tão bem com o repertório que acabou sendo usado na maioria das faixas.”.
Surpresas na reta final da gravação: “Já quase no final do disco, no dia seguinte a uma emocionante sessão de gravações, o Guinga, que acompanhou todo o processo do CD, chegou pela manhã no estúdio emocionado com dois presentes:
Uma música feita em minha homenagem que acabou sendo gravada logo a seguir e que levou o nome do disco “Unha e Carne”, expressão que além de resumir o toque da mão direita do violão (com a unha e a carne do dedo), serviu pra celebrar a relação de afinidade entre dois artistas.
O segundo presente foi o violão do Lineu que eu estava usando nas gravações.
Ele disse: “Depois de ouvir você tocar nesse instrumento, vi que este não me pertence mais”.

Depoimento de Marcus Tardelli sobre seu violão Lineu Bravo

“Poucas vezes, vi tantas qualidades em um só violão: perfeito equilíbrio entre timbres, potente volume, um confortável braço e um lindo acabamento. É um instrumento que, sem dúvida, não deve nada aos grandes violões de renome internacional.”

Sobre Lineu Bravo

Lineu Bravo é luthier autodidata, apreciador de boa música. Desde cedo desenvolveu intimidade com a madeira na marcenaria do pai. Construiu o primeiro instrumento aos 14. Desde então, seus violões, cavacos, bandolins e violas têm ido parar nas mãos de grandes músicos. Guinga, Zélia Duncan, Marcus Tardelli, Marco Pereira, João Bosco, Yamandú Costa, Chico Buarque, Ulisses Rocha, Hamilton de Holanda, Ângela Muner, Rogério Caetano, Mauricio Carrilho, Luciana Rabello, João Lyra, Mauricio Marques, Edson Lopes, Alessandro Penezzi, Juarez Moreira, Fernando César, Jayme Vignoli, Flávio Apro, Giacomo Bartoloni, Swami Jr, Rosa Passos, Ana Carolina, Zé Paulo Becker, Douglas Lora e todos os integrantes do Quarteto Maogani são alguns deles.

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