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Depoimento do músico Raphael Gimenes sobre o violão Lineu Bravo

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O músico Raphael Gimenes adquiriu o violão Lineu Bravo em julho de 2017 quando estava de passagem pelo Brasil. Ele conheceu o trabalho do luthier pela internet e através de outros músicos. Conheceu o violonista Daniel Marques, também cliente de Lineu Bravo, que falou do luthier para o músico. Além dele, outros músicos da UFMG, onde estudou por um semestre, em 2014, também indicaram Lineu a Raphael.

Raphael passou 5 meses viajando pela América do Sul (Bolívia, Peru, Chile e Argentina) com o violão, escrevendo novas músicas, que são a base de seu segundo disco. Em 2018 e 2019, ele fez turnês pelo Japão, Argentina e Brasil com o violão Lineu Bravo.

Depoimento de Raphael Gimenes sobre o violão Lineu Bravo  

 “O violão do Lineu tem um som impressionante. Todo mundo que me escuta tocando diz isso. Muito límpido, ressoa muito bem, parece água correndo e tocando pedras lisas numa manhã de sol. Esteticamente, o violão é lindo também, cor de terra, e é o violão que mais gosto. Todo o meu segundo disco, que está em fase de gravação, é tocado nele.”

 

Sobre a carreira de Raphael Gimenes

 

O músico Raphael Gimenes nasceu em Recife e deixou sua cidade natal quando ainda era adolescente. Ele viveu nos Estados Unidos, Suécia, Salvador, Belo Horizonte, e atualmente vive na Dinamarca há mais de 10 anos.

 

Seu primeiro disco, “Raphael Gimenes & As Montanhas de Som”, foi lançado na Europa e na Ásia, sendo eleito o “melhor disco brasileiro de 2016” na Holanda e chamado de “obra-prima conceitual” no Japão. O disco também ficou entre os 10 melhores de 2016 no site Written in Music.

 

As composições, que combinam elementos do folclore brasileiro com harmonias modernas, levam o ouvinte para dentro das montanhas e selvas brasileiras.

 

No momento, está gravando seu segundo disco, “América do Sol”, com canções em português e espanhol, além de um EP em inglês. Fez recentemente uma turnê na Argentina e no Brasil, onde também fez gravações com músicos locais para o seu segundo disco, incluindo a cantora brasileira Ilessi.

 

Sobre Lineu Bravo

Lineu Bravo é luthier autodidata, apreciador de boa música. Desde cedo, desenvolveu intimidade com a madeira na marcenaria do pai. Construiu o primeiro instrumento aos 14. Desde então, seus violões, cavacos, bandolins e violas têm ido parar nas mãos de grandes músicos. Guinga, Zélia Duncan, Marcus Tardelli, Marco Pereira, João Bosco, Yamandú Costa, Chico Buarque, Ulisses Rocha, Hamilton de Holanda, Ângela Muner, Rogério Caetano, Mauricio Carrilho, Luciana Rabello, João Lyra, Mauricio Marques, Edson Lopes, Alessandro Penezzi, Juarez Moreira, Fernando César, Jayme Vignoli, Flávio Apro, Giacomo Bartoloni, Swami Jr, Rosa Passos, Ana Carolina, Zé Paulo Becker, Douglas Lora e todos os integrantes do Quarteto Maogani são alguns deles.

Informações

A oficina de Lineu Bravo Luthier está localizada em Taubaté, na região do Vale do Paraíba, a 130 quilômetros de São Paulo.

Informações: lineu@lineubravo.com.br

Carreira do violonista e compositor Glauber Seixas, cliente de Lineu Bravo

Glauber Seixas/ Foto: Silvana Marques

Glauber Seixas/ Foto: Silvana Marques

 

O músico Glauber Seixas, nascido em Ourinhos, estado de São Paulo, começou a tocar bem cedo, aos 13 anos. Ele é violonista e compositor, e também estudou piano e saxofone

​Em 2002, estudou violão em oficina do “Festival de Música de Ourinhos” e, em 2007, mudou-se para o Rio de Janeiro, onde passou a estudar na EPM (Escola Portátil de Música), tendo aulas de violão com Mauricio Carrilho, também cliente de Lineu Bravo.
Já trabalhou como monitor de aulas de violão da Escola Portátil de Música (EPM), e atua como professor de violão da oficina de “Canto de samba e choro”, ministrada pela cantora Amélia Rabello.

 

Acompanhou, ao longo de sua carreira, diversos artistas em shows e saraus, entre os quais Joel Nascimento, Maurício Carrilho, Paulo Aragão, Zé Menezes, Maria Bethânia, Teca Calazans e Amélia Rabello.
Ao lado de Julião Pinheiro, Rafael Mallmith, Ana Rabello, Marcus Thadeu e Tiago Souza passou a integrar o grupo de choro Regional Carioca, e lançaram em 2010 o CD “Regional Carioca Volume II” pela gravadora Acari Records.
Em 2011, integrando o grupo Camerata Brasilis (ao lado de Pedro Aune, Maria Souto, Luís Barcellos, Aline Gonçalves, Vítor Macedo, Marcos Tannuri, João Gabriel Souto e Gabriel Leite) lançou, pela gravadora Acari Records, o CD homônimo, no qual atuou como violonista.

 

Glauber Seixas e o violão 7 cordas de Lineu Bravo

 

Glauber Seixas encomendou seu violão 7 cordas Lineu Bravo em 2009. O luthier deixou um depoimento sobre o cliente: “Mais um grande músico que tenho orgulho em ter como cliente. É muito gratificante saber que meu violão sempre está em boas e talentosas mãos”.

 

Curiosidade

O violonista Glauber Seixas compôs em 2009 a música “Lineu, cadê o meu?”, enquanto esperava o violão encomendado pelo luthier Lineu Bravo.

 

Fonte: Dicionário MPB

Sobre Lineu Bravo

Lineu Bravo é luthier autodidata, apreciador de boa música. Desde cedo, desenvolveu intimidade com a madeira na marcenaria do pai. Construiu o primeiro instrumento aos 14. Desde então, seus violões, cavacos, bandolins e violas têm ido parar nas mãos de grandes músicos. Guinga, Zélia Duncan, Marcus Tardelli, Marco Pereira, João Bosco, Yamandú Costa, Chico Buarque, Ulisses Rocha, Hamilton de Holanda, Ângela Muner, Rogério Caetano, Mauricio Carrilho, Luciana Rabello, João Lyra, Mauricio Marques, Edson Lopes, Alessandro Penezzi, Juarez Moreira, Fernando César, Jayme Vignoli, Flávio Apro, Giacomo Bartoloni, Swami Jr, Rosa Passos, Ana Carolina, Zé Paulo Becker, Douglas Lora e todos os integrantes do Quarteto Maogani são alguns deles.

Informações

A oficina de Lineu Bravo Luthier está localizada em Taubaté, na região do Vale do Paraíba, a 130 quilômetros de São Paulo.

Informações: lineu@lineubravo.com.br

Cliente de Lineu Bravo, músico carioca Cláudio Jorge, é destaque na mídia e coleciona 35 anos de carreira

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O carioca Cláudio Jorge, que é cantor, arranjador compositor, violonista e produtor e já coleciona 35 anos de carreira, foi destaque no Jornal GGN para falar sobre seu novo disco. O projeto, com 15 faixas, estava sendo idealizado há algum tempo baseado na sua formação e memória musical da infância, de muito samba e bossa nova, ambos com fortes influências do jazz.

O disco chama-se “Samba jazz, de raiz” e levou três anos para ser gravado. O novo projeto de Cláudio Jorge possui 15 faixas: “É ‘Samba jazz, de raiz’ porque são sambas que estão melódica e poeticamente mais próximos da raiz carioca do samba, mas onde foi dado um tratamento harmônico e instrumental com tintas do jazz, mas de um jazz mais das antigas”, conta. “É um disco onde tenho mais preocupação com as canções do que com os arranjos”, conta Cláudio.

Leia a matéria completa, aqui: https://bit.ly/claudiojorgemidia

Cláudio Jorge e o violão Lineu Bravo

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Cláudio Jorge adquiriu em 2013 um violão 6 cordas com tampo em cedro canadense, faixas e fundo em jacarandá indiano e escala elevada em ébano, construído pelo luthier Lineu Bravo.

 

Carreira de Cláudio Jorge

Músico brasileiro nascido no Rio de Janeiro, Cláudio Jorge nos seus trinta e cinco anos de carreira já atuou em vários setores da atividade musical brasileira. Sua trajetória profissional teve início por volta dos seus vinte anos.

​Suas composições já foram gravadas por intérpretes importantes da MPB tais como: Emílio Santiago, Elymar Santos, Ângela Maria, Joana, Élson do Forrogode, Alaíde Costa, Zeca Pagodinho, Elza Soares, Roberto Ribeiro, Zezé Mota, Jorge Aragão, Martinho da Vila, Joel Nascimento, Sivuca, Luiz Carlos da Vila, Arranco de Varsóvia e outros.

Algumas destas composições são de sua autoria letra e música, outras são parcerias com Cartola, João Nogueira, Aldir Blanc, Nei Lopes, Hermínio Bello de Carvalho, Ivan Wrigg, Ivor Lancellotti, Délcio Carvalho e Martinho da Vila. Dentre seus parceiros de composição figuram nomes como Nei Lopes, Luiz Carlos da Vila, Ivan Wrigg, Délcio Carvalho, Cartola, Ivor Lancellotte, Ivan Lins, Elton Medeiros, Martinho da Vila, Mauro Diniz, João Nogueira, Wilson das Neves, Sidney Miller, Arlindo Cruz e mais recentemente o poeta angolano Manuel Rui.

​Violonista dos mais requisitados, Cláudio participa de vários shows no Brasil e exterior.

​​Saiba mais sobre sua carreira, aqui: https://www.claudiojorge.com /

Sobre Lineu Bravo

Lineu Bravo é luthier autodidata, apreciador de boa música. Desde cedo, desenvolveu intimidade com a madeira na marcenaria do pai. Construiu o primeiro instrumento aos 14. Desde então, seus violões, cavacos, bandolins e violas têm ido parar nas mãos de grandes músicos. Guinga, Zélia Duncan, Marcus Tardelli, Marco Pereira, João Bosco, Yamandú Costa, Chico Buarque, Ulisses Rocha, Hamilton de Holanda, Ângela Muner, Rogério Caetano, Mauricio Carrilho, Luciana Rabello, João Lyra, Mauricio Marques, Edson Lopes, Alessandro Penezzi, Juarez Moreira, Fernando César, Jayme Vignoli, Flávio Apro, Giacomo Bartoloni, Swami Jr, Rosa Passos, Ana Carolina, Zé Paulo Becker, Douglas Lora e todos os integrantes do Quarteto Maogani são alguns deles.

Informações

A oficina de Lineu Bravo Luthier está localizada em Taubaté, na região do Vale do Paraíba, a 130 quilômetros de São Paulo.

Informações: lineu@lineubravo.com.br

Grande artista brasileiro, Lenine, toca violão Lineu Bravo

Nascido em Recife, o músico canta suas próprias composições e transforma em versos as questões de nosso tempo

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O luthier Lineu Bravo foi surpreendido recentemente assistindo na televisão o show “Em Trânsito” do músico Lenine. Durante o espetáculo, Lenine canta acompanhado por sua banda e tocando vários violões. Em determinado momento, ele toca sem a banda um violão Lineu Bravo, para a surpresa do luthier, que no mesmo momento reconheceu o instrumento.

Lineu Bravo conta que desconhece mais detalhes sobre a descoberta: “Reconheci ser um instrumento construído por mim, mas não sei qual é, nem como foi parar em suas mãos”. O mistério do violão Lineu Bravo nas mãos de Lenine continua, e o luthier lança a pergunta: “Será que alguém pode ajudar a solucionar o mistério?”.

Sobre Lenine

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Lenine é um artista brasileiro que canta suas próprias composições, transformando em versos as questões de nosso tempo. Para ele, palavra e música andam juntos desde sempre.

Nascido no Recife, em 2 de fevereiro de 1959, tem como primeiras referências musicais: Ângela Maria, Cyro Monteiro, Bach, Chopin, Jackson do Pandeiro, Miltinho, Ary Lobo e Dorival Caymmi.

Sobre sua música, Lenine explica: “Dizem que faço uma música que agrega manifestações musicais brasileiras e de outros cantos do mundo. Sons que não se encaixam em um único gênero e desconhecem limites. Eu concordo. Pelo menos, é o que tento!”.

Lenine foi para o Rio de Janeiro no final dos anos 70, em busca de crescimento no meio musical.

Com amigos compositores, seguiu seu caminho compondo  e criando, tentando sobreviver produzindo regional com MPB, em uma época em que o mercado só trabalhava com o rock. “Não foi fácil, mas certamente foi fundamental pro que faço hoje.”, conta Lenine.

Sobre os talentos com quem fez parceira ao longo da carreira: “Tenho a felicidade de ter sido gravado por muitos talentos que permeiam todos os tipos de som. Elba foi a primeira a gravar uma canção minha, depois vieram Fernanda Abreu, O Rappa, Milton Nascimento, Maria Rita, Maria Bethânia e muitos outros que confirmaram que minha verdadeira vocação é a composição.”

Lenine, que adora produzir e sempre faz seus próprios CDs, foi convidado a trabalhar com alguns amigos. Produziu “Segundo” de Maria Rita, “De uns tempos pra cá” de Chico César, “Lonji” de Tcheka, cantor e compositor do Cabo Verde, e “Ponto Enredo” de Pedro Luis e a Parede.

Sobre suas obras: “De todos os meus CDs, elejo o “Olho de Peixe” como o mais importante de minha carreira, porque foi com ele que eu descobri que a música poderia me levar a qualquer lugar. É o que faço até hoje, e que pretendo continuar fazendo por muito tempo.”.

Sobre Lineu Bravo

Lineu Bravo é luthier autodidata, apreciador de boa música. Desde cedo, desenvolveu intimidade com a madeira na marcenaria do pai. Construiu o primeiro instrumento aos 14. Desde então, seus violões, cavacos, bandolins e violas têm ido parar nas mãos de grandes músicos. Guinga, Zélia Duncan, Marcus Tardelli, Marco Pereira, João Bosco, Yamandú Costa, Chico Buarque, Ulisses Rocha, Hamilton de Holanda, Ângela Muner, Rogério Caetano, Mauricio Carrilho, Luciana Rabello, João Lyra, Mauricio Marques, Edson Lopes, Alessandro Penezzi, Juarez Moreira, Fernando César, Jayme Vignoli, Flávio Apro, Giacomo Bartoloni, Swami Jr, Rosa Passos, Ana Carolina, Zé Paulo Becker, Douglas Lora e todos os integrantes do Quarteto Maogani são alguns deles.

Informações

A oficina de Lineu Bravo Luthier está localizada em Taubaté, na região do Vale do Paraíba, a 130 quilômetros de São Paulo.

Informações: lineu@lineubravo.com.br