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Lineu Bravo é eleito o melhor site institucional no Prêmio Lettering

O site Lineu Bravo é destaque na comunicação regional. Competindo na 2ª edição do Prêmio Lettering de Comunicação 2013, a maior premiação do segmento na região Metropolitana do Vale do Paraíba, a página conquistou o troféu na categoria melhor site institucional. A premiação contemplou os melhores trabalhos de propaganda, jornalismo e relações públicas, realizados entre março de 2012 e abril de 2013.

Revista do Prêmio Lettering mostra todos os finalistas

Revista do Prêmio Lettering mostra todos os finalistas

O Parque da Resolução Gráfica, em Taubaté, foi palco da festa com a presença de agências, veículos, empresas e profissionais de comunicação de todo o Vale do Paraíba. Entre os mais de 263 trabalhos inscritos, 27 categorias e mais de 100 empresas envolvidas, somente 15 tiveram a honra de levar o troféu para casa, dentre elas a Nagaoka Mídias Sociais, responsável pelo planejamento das mídias sociais do luthier Lineu Bravo.

A agência tem desenvolvido um exímio trabalho para a composição do site, e seus profissionais, cada vez mais, estão empenhados levar a magnitude da arte de Lineu Bravo para o meio virtual.

Os bons frutos são parte da parceria de quase um ano entre um grande artista e respeitados comunicadores.

Prêmio Lettering 2013

Equipe

Kelly Nagaoka (coordenadora)

Fernando Mori Miyazawa (fotos)

Bruno Urzua (design e fotos)

Fabio Espósito (TI)

Mayara Fujikake (jornalismo)

Allan Torquato (jornalismo) 

Critérios de avaliação para o melhor site institucional

Âmbito, design, conteúdo, navegabilidade e interatividade.

Jurados

Heinar Maracy (jornalista – diretor da Digisa)

Lígia Dutra (especialista em internet e e-commerce – fundadora da Lupa-Lupa)

Indio Brasileiro (especialista em internet – sócio-diretor da FirstCom Comunicação).

- Prêmio Lettering de Comunicação 2013

- Conheça a Nagaoka Mídias Sociais

- Novidades no Facebook de Lineu Bravo Luthier

Os diversos detalhes e a atenção no trabalho do luthier

Um violão é composto por inúmeras peças que são fundamentais para a composição do todo. O trabalho é minucioso e existem centenas de operações durante a construção. Cada colagem específica, a escolha dos pedaços de madeira, o trabalho com cada uma delas e outros elementos devem ser realizados com muito cuidado.

Detalhes da construção de um violão – Crédito: Fernando Mori Miyazawa

Lineu Bravo explica que, por conta disso, não conta com a ajuda de um assistente durante a produção, já que acredita que, com isso, alguma coisa possa passar despercebida. “Dentre as várias operação da construção de um instrumento, não existe uma que eu tenha coragem  de delegar a alguém. Você trabalha com detalhes o tempo inteiro, mesmo aquilo que você já faz há certo tempo. O que faz a diferença é a somatória desses elementos. A cada operação, por simples que pareça, precisa de muita atenção.”

- Curiosidades de minha oficina em Taubaté
- Mais novidades no Facebook de Lineu Bravo Luthier

 

Jornal O Vale: "Música: Pura arte e intuição"

Lineu Bravo, de Taubaté. Crédito: Fernando Mori Miyazawa

Reportagem sobre o trabalho de Lineu Bravo Luthier, no jornal O Vale, de 28 de maio:

Foram diversos trabalhos ao longo da vida: professor de inglês, dono de agência de propaganda, empregado de empresa de importação e exportação, entre outros.

Mas o que falou mais alto foi o hobby que sempre tivera e começou na infância: o menino que tinha uma marcenaria no quintal de casa — o pai era o dono — e fazia brinquedos de madeira, mais tarde começou a construir instrumentos por diversão e sem compromisso, até virar luthier profissional.

O morador de Taubaté Lineu Bravo, hoje com 48 anos, é conhecido nacionalmente por construir violões, embora também faça cavaquinhos, bandolins e viola caipira.

Um de seus mais novos clientes é João Bosco. O violonista, cantor e compositor passou pela cidade no mês passado, conheceu o violão de Lineu, apaixonou-se e já fez sua encomenda. Também apreciam seus instrumentos a cantora Ana Carolina e um dos maiores violonistas brasileiros, Yamandu Costa.

“O mais importante para mim é que o mesmo cuidado, a mesma dedicação, a mesma qualidade de madeira que uso para fazer para um famoso eu uso para fazer para um músico desconhecido. É meu nome e meu ideal de instrumento que coloco no trabalho”, afirma.

Autodidata. Todo nível de qualidade do luthier, que chama atenção também de grandes nomes da música, veio somente do dom e da dedicação de Lineu. Ele nunca fez um curso ou leu algum livro sobre construção de instrumentos.

Fez seu primeiro cavaquinho aos 14 anos — que tocava desde os 10, já que sua “praia” é o chorinho — e, desde então, fazia instrumentos só por hobby. Somente há 12 anos, diante de um período em que esteve desempregado, se deu conta que essa diversão poderia ser também a sua profissão. E deu muito certo.

Apropriou-se, comprando equipamentos mais adequados e firmando sua oficina em espaços melhores. Procurando sempre o que tem de errado e pode ser melhor em sua “obra de arte”, Lineu conta que procura aprimorar o trabalho o tempo todo. Ele tem uma fila de espera hoje que dura de10 a14 meses, o que faz com que o cliente sempre pegue um violão melhor do que o que ele havia testado.

Achado no mapa. Lineu é sorocabano. Casou-se e viveu em cidades de Minas Gerais.

Depois que separou-se da mulher, há cinco anos, resolveu mudar da cidade. Queria morar na beira da Dutra, em São Paulo, mas fugir da cidade grande. Encontrou então em Taubaté o que buscava. “Foi amor à primeira vista. É uma cidade que permite qualidade de vida no dia a dia”, diz.

Por Flávia Marreira

- Matéria “Música: Pura arte e intuição” no site do O Vale