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Conheça um pouco mais a carreira de João Lyra, cliente de Lineu Bravo

O alagoano João Lyra é um multitalento: músico, compositor, arranjador e instrumentista.

Entrou na carreira musical por influência da mãe (que tocava cavaquinho) e do irmão mais velho, que o incentivou a adotar o violão como instrumento. Em Maceió, fez parte de vários grupos de Música Popular Brasileira, e sempre priorizando, em sua formação, o Choro e a Bossa Nova.

Estudou violão clássico com o professor José Carrion e foi professor do Conservatório Pernambucano de Música.  Além disso, João também fez parte da Orquestra de Cordas Dedilhadas de Pernambuco.

Já fez parte da banda de Nana Caimmy, e ao longo de sua carreira tem gravado discos de vários artistas da MPB como Gal Costa, Gilberto Gil, Djavan, Ivan Lins, Elba Ramalho, Chico Buarque, João Bosco, entre muitos outros.

João Lyra com violão Lineu Bravo/Foto: Arquivo Pessoal João Lyra

João Lyra com violão Lineu Bravo/Foto: Arquivo Pessoal João Lyra

João Lyra e seus violões Lineu Bravo

João Lyra é um dos poucos músicos que possuem dois violões construídos por Lineu Bravo. Em 2006, o luthier construiu um violão Requinto e, em 2009, um violão 6 cordas Abeto para o músico, que deixou um depoimento sobre os instrumentos: “Eu uso os violões do grande luthier brasileiro Lineu Bravo. Tenho um Requinto, que é uma preciosidade, e um de Pinho, este da foto. Outra joia rara! Você já viu alguém nascer falando? É o que acontece com os violões do Lineu! Um banho de sonoridades! Parabéns, amigo Lineu, você é um craque!”

João Lyra com violão Lineu Bravo/Foto: Arquivo Pessoa João Lyra

João Lyra com violão Lineu Bravo/Foto: Arquivo Pessoa João Lyra

Fonte: Mio Matsuda

Sobre Lineu Bravo

Lineu Bravo é luthier autodidata, apreciador de boa música e morador da cidade de Taubaté, São Paulo. Desde cedo desenvolveu intimidade com a madeira na marcenaria do pai. Construiu o primeiro instrumento aos 14. Desde então, seus violões, cavacos, bandolins e violas têm ido parar nas mãos de grandes músicos. Guinga, Marcus Tardelli, Marco Pereira, João Bosco, Yamandú Costa, Chico Buarque, Ulisses Rocha, Hamilton de Holanda, Ângela Muner, Rogério Caetano, Maurício Carrilho, Luciana Rabello, João Lyra, Maurício Marques, Edson Lopes, Alessandro Penezzi, Juarez Moreira, Fernando César, Jayme Vignoli, Flávio Apro, Giacomo Bartoloni, Swami Jr, Rosa Passos, Ana Carolina, Zé Paulo Becker, Douglas Lora e todos os integrantes do Quarteto Maogani são alguns deles.

- Confira outros artistas que possuem violão Lineu Bravo

 

- Depoimentos deixados por clientes

 

 

Você sabe a diferença entre um violão 7 cordas de aço e um de náilon?

Você sabe a diferença entre um violão 7 cordas de aço e um de náilon? O instrumento com cordas de náilon é mais fácil de ser regulado, o que proporciona um maior conforto em termos de tocabilidade, funciona muito bem enquanto solista. Já o setão de aço é insubstituível em grupos mais densos, principalmente ao lado de maior massa sonora de instrumentos de percussão. As cordas de aço proporcionam uma incrível penetração sonora que o permite enriquecer qualquer gravação ou apresentação ao vivo. Possui uma sonoridade característica que o náilon raramente atinge!  Saiba mais: https://musicaemercado.org/violao-de-sete-cordas-de-aco-presente-como-nunca/

Por Lineu Bravo

Violão 7 cordas de náilon Lineu Bravo

Violão 7 cordas de náilon Lineu Bravo

Sobre Lineu Bravo

Lineu Bravo é luthier autodidata, apreciador de boa música. Desde cedo desenvolveu intimidade com a madeira na marcenaria do pai. Construiu o primeiro instrumento aos 14. Desde então, seus violões, cavacos, bandolins e violas têm ido parar nas mãos de grandes músicos. Guinga, Marcus Tardelli, Marco Pereira, João Bosco, Yamandú Costa, Chico Buarque, Ulisses Rocha, Hamilton de Holanda, Ângela Muner, Rogério Caetano, Mauricio Carrilho, Luciana Rabello, João Lyra, Mauricio Marques, Edson Lopes, Alessandro Penezzi, Juarez Moreira, Fernando César, Jayme Vignoli, Flávio Apro, Giacomo Bartoloni, Swami Jr, Rosa Passos, Ana Carolina, Zé Paulo Becker, Douglas Lora e todos os integrantes do Quarteto Maogani são alguns deles.

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Lineu Bravo no blog da Renner Sayerlack S.A.

O luthier Lineu Bravo saiu recentemente em uma matéria publicada no blog da Renner Sayerlack S.A., uma multinacional brasileira líder no mercado de tintas e vernizes para madeira na América Latina. Eles contaram as preferências de madeiras de Lineu para criar instrumentos, confira: https://bit.ly/2jXZzJz

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Sobre Lineu Bravo

Lineu Bravo é luthier autodidata, apreciador de boa música. Desde cedo desenvolveu intimidade com a madeira na marcenaria do pai. Construiu o primeiro instrumento aos 14. Desde então, seus violões, cavacos, bandolins e violas têm ido parar nas mãos de grandes músicos. Guinga, Marcus Tardelli, Marco Pereira, João Bosco, Yamandú Costa, Chico Buarque, Ulisses Rocha, Hamilton de Holanda, Ângela Muner, Rogério Caetano, Mauricio Carrilho, Luciana Rabello, João Lyra, Mauricio Marques, Edson Lopes, Alessandro Penezzi, Juarez Moreira, Fernando César, Jayme Vignoli, Flávio Apro, Giacomo Bartoloni, Swami Jr, Rosa Passos, Ana Carolina, Zé Paulo Becker, Douglas Lora e todos os integrantes do Quarteto Maogani são alguns deles.

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No Dia Nacional do Choro, conheça um pouco mais sobre esse gênero tipicamente brasileiro

Criado a partir de uma mistura de elementos europeus e brasileiros, o gênero é conhecido pela improvisação e emoção

Considerado o primeiro gênero popular urbano tipicamente brasileiro, o choro foi criado a partir da mistura de elementos das danças de salão europeias e da música popular portuguesa, com influências da música africana. Comemora-se o dia nacional desse gênero todo dia 23 de abril. Surgiu como uma maneira mais emotiva de interpretar uma melodia e, como gênero, só tomou forma na primeira década do século XX.

DIADOCHORINHO-01

O músico Henrique Cazes, autor do livro “Choro – Do Quintal ao Municipal”, a obra mais completa já publicada até hoje sobre esse gênero, explica a origem do termo como sendo um jeito sentimental de abrasileirar as danças europeias.

Os conjuntos musicais que executam o choro são chamados de “rodas de choro”, e os músicos que o praticam são conhecidos como “chorões”. Dos instrumentos do gênero, destacam-se: a flauta, o bandolim, o cavaquinho, o clarinete, o saxofone, o violão de 6 e 7 cordas, e o pandeiro.

Ao executar o choro, o “chorão” possui total liberdade para tocar as melodias e não precisa seguir à risca as notas da partitura. O resultado final depende, portanto, em grande parte da interpretação dos músicos, que podem improvisar sobre o ritmo das melodias ou até mesmo inserir notas.

Influência de Pixinguinha

Alfredo da Rocha Vianna Filho, o genial Pixinguinha, contribuiu diretamente para que o choro encontrasse uma forma definida e foi muito importante para a evolução do gênero. Ele introduziu elementos da música afro-brasileira e da música rural nas polcas, valsas, tangos dos chorões. O Dia Nacional do Choro é comemorado no dia 23 de abril, data em que nasceu o compositor Pixinguinha (1897-1973).

Além do Pixinguinha, vários outros compositores se destacam dentro do Choro, dentre eles: Jacob do Bandolim, Ernesto Nazareth, Chiquinha Gonzaga, Waldir Azevedo, Paulinho da Viola e Zequinha de Abreu.

Fonte: Clube do Choro e Estação Musical

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- Conheça um pouco mais da história do Samba

- Lineu Bravo na Revista do Choro