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No Dia Nacional do Choro, conheça um pouco mais sobre esse gênero tipicamente brasileiro

Criado a partir de uma mistura de elementos europeus e brasileiros, o gênero é conhecido pela improvisação e emoção

Considerado o primeiro gênero popular urbano tipicamente brasileiro, o choro foi criado a partir da mistura de elementos das danças de salão europeias e da música popular portuguesa, com influências da música africana. Comemora-se o dia nacional desse gênero todo dia 23 de abril. Surgiu como uma maneira mais emotiva de interpretar uma melodia e, como gênero, só tomou forma na primeira década do século XX.

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O músico Henrique Cazes, autor do livro “Choro – Do Quintal ao Municipal”, a obra mais completa já publicada até hoje sobre esse gênero, explica a origem do termo como sendo um jeito sentimental de abrasileirar as danças europeias.

Os conjuntos musicais que executam o choro são chamados de “rodas de choro”, e os músicos que o praticam são conhecidos como “chorões”. Dos instrumentos do gênero, destacam-se: a flauta, o bandolim, o cavaquinho, o clarinete, o saxofone, o violão de 6 e 7 cordas, e o pandeiro.

Ao executar o choro, o “chorão” possui total liberdade para tocar as melodias e não precisa seguir à risca as notas da partitura. O resultado final depende, portanto, em grande parte da interpretação dos músicos, que podem improvisar sobre o ritmo das melodias ou até mesmo inserir notas.

Influência de Pixinguinha

Alfredo da Rocha Vianna Filho, o genial Pixinguinha, contribuiu diretamente para que o choro encontrasse uma forma definida e foi muito importante para a evolução do gênero. Ele introduziu elementos da música afro-brasileira e da música rural nas polcas, valsas, tangos dos chorões. O Dia Nacional do Choro é comemorado no dia 23 de abril, data em que nasceu o compositor Pixinguinha (1897-1973).

Além do Pixinguinha, vários outros compositores se destacam dentro do Choro, dentre eles: Jacob do Bandolim, Ernesto Nazareth, Chiquinha Gonzaga, Waldir Azevedo, Paulinho da Viola e Zequinha de Abreu.

Fonte: Clube do Choro e Estação Musical

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Trilha sonora de “A Lista de Schindler” ganha versão em um violão Lineu Bravo, do cliente italiano Mario Murru

O filme norte-americano “A Lista de Schindler”, de 1993 e dirigido Steven Spielberg, conta a história de Oskar Schindler, um empresário alemão que salvou a vida de mais de mil judeus durante o Holocausto ao empregá-los em sua fábrica.  Além do emocionante enredo, a história conta com uma incrível trilha sonora (Schindler’s List), feita por John Williams e lançada em 1994.

Essa versão é especial para o luthier Lineu Bravo, pois quem a toca é o violonista italiano Mario Murru, para quem ele construiu um violão, em 2008.

Mario Murru e o violão Lineu Bravo

Mario Murru é um concertista italiano especializado em tocar violões antigos, que em suas performances pelo mundo apresenta seu solo em instrumentos, tanto modernos quanto do século 19.

Em 2008, depois de ouvir o som de um violão de Lineu Bravo através do violonista Marcus Tardelli, também cliente de Lineu, ele decidiu que queria um instrumento construído pelo luthier, que pudesse ser tocado com a delicadeza aprendida ao longo de sua carreira, nos instrumentos antigos.

Quando recebeu seu violão de 6 cordas, com tampo em Cedro Canadense, faixas e fundo em Jacarandá, Mario Murru participou de importantes festivais pelo mundo todo.

O violão 6 cordas Lineu Bravo nas mãos de Mario Murru

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Conheça um pouco mais da história de Swami Jr

O músico Swami Antunes de Campos Jr, mais conhecido como Swami Jr, apaixonou-se pela música desde cedo, não poderia ter sido diferente já que cresceu no meio musical. Seu bisavô tocava piano, acordeom e bandolim e seu pai toca violão e é cantor. Já foi professor de violão, baixo, harmonia, prática de conjunto e arranjo, mas hoje não consegue conciliar as aulas com as viagens e gravações.

O talentoso instrumentista toca violão de 7 cordas e baixo elétrico e adota como estilo a tradição popular do violão brasileiro, incorporando ainda elementos de jazz, música erudita, africana e cubana.

Compõe desde os 12 anos e coleciona músicas gravadas por Zizi Possi, Virgínia Rosa, Vânia Bastos, José Miguel Wisnik, Luís Felipe Gama e Ana Luiza, entre outros.

Já gravou com nomes como Marco Pereira, Chico Pinheiro, Luciana Souza e Chico César. Além de ter acompanhado mundialmente a cantora cubana Omara Portuondo por 7 anos, como diretor musical e violonista. Swami já soma 3 décadas de uma brilhante carreira.

Violão Lineu Bravo

Em 2009, Swami Jr conheceu o trabalho do luthier Lineu Bravo e logo fez a sua encomenda, um sete cordas de náilon com tampo em Cedro Canadense, fundo em Jacarandá Indiano e escala elevada em Ébano.

Swami Jr com seu violão Lineu Bravo

Swami Jr com seu violão Lineu Bravo

Sobre seu violão, o músico diz: “O instrumento é maravilhoso! Cada vez gosto mais dele.”.

Fonte: Músicos do Brasil

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No Dia Nacional do Samba, conheça um pouco mais desse ritmo musical tipicamente brasileiro

Na década de 1940, o ritmo passa a ser sinônimo de brasileiro

O samba, gênero musical brasileiro mais conhecido do mundo, tem origem nas estruturas musicais europeias e africanas, mas tomou conta do país com os símbolos da cultura negra.

O termo foi mencionado pela primeira vez em 1838, em um jornal pernambucano chamado “O Carapuceiro”. No Rio de Janeiro, a palavra passa a ser conhecida somente no final do século XIX, sempre ligada aos festejos rurais, ao universo negro, e à Bahia.

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A consolidação de um ritmo

Esse gênero musical foi tomando forma com características urbanas, mestiças e cariocas, e, assim, foi desenhando-se, com instrumentos de percussão, para posteriormente, ser consolidado como o principal ritmo musical do Rio.

A expansão do gênero deu-se com ajuda de dois fatores: a recém-inaugurada radio difusão e os incentivos ao carnaval das escolas naquela época.

Na década de 1940, o ritmo passa a ser sinônimo de brasileiro e ganha status e fama internacional. Atualmente, o mundo vê o Brasil como berço do carnaval.

O termo “samba” criou sólidas raízes, e, por consequência, surgiram várias ramificações etimológicas, alguns exemplos: samba-choro, samba de terreiro, samba-enredo, samba de gafieira, samba-rock, entre muitos outros.

Os compositores pioneiros desse gênero construíram o que podemos chamar de legado cultural, alguns deles: Jozé Luiz de Moraes, o Caninha (mais antigo sambista da primeira leva), Heitor dos Prazeres e a Santíssima Trindade da música brasileira (como definiu Martinho da Vila): João da Baiana, Pixinguinha e Donga.

O Dia Nacional do Samba é comemorado em 2 de dezembro e foi criado em homenagem a Ary Barroso, pela composição da música “Na Baixa do Sapateiro”. Inicialmente, a data era festejada apenas na capital baiana, mas acabou se tornando nacional.

Fonte: Almanaque do samba: A história do samba, o que ouvir, o que ler, onde curtir.

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