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Cliente de Lineu Bravo, músico carioca Cláudio Jorge, é destaque na mídia e coleciona 35 anos de carreira

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O carioca Cláudio Jorge, que é cantor, arranjador compositor, violonista e produtor e já coleciona 35 anos de carreira, foi destaque no Jornal GGN para falar sobre seu novo disco. O projeto, com 15 faixas, estava sendo idealizado há algum tempo baseado na sua formação e memória musical da infância, de muito samba e bossa nova, ambos com fortes influências do jazz.

O disco chama-se “Samba jazz, de raiz” e levou três anos para ser gravado. O novo projeto de Cláudio Jorge possui 15 faixas: “É ‘Samba jazz, de raiz’ porque são sambas que estão melódica e poeticamente mais próximos da raiz carioca do samba, mas onde foi dado um tratamento harmônico e instrumental com tintas do jazz, mas de um jazz mais das antigas”, conta. “É um disco onde tenho mais preocupação com as canções do que com os arranjos”, conta Cláudio.

Leia a matéria completa, aqui: http://bit.ly/claudiojorgemidia

Cláudio Jorge e o violão Lineu Bravo

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Cláudio Jorge adquiriu em 2013 um violão 6 cordas com tampo em cedro canadense, faixas e fundo em jacarandá indiano e escala elevada em ébano, construído pelo luthier Lineu Bravo.

 

Carreira de Cláudio Jorge

Músico brasileiro nascido no Rio de Janeiro, Cláudio Jorge nos seus trinta e cinco anos de carreira já atuou em vários setores da atividade musical brasileira. Sua trajetória profissional teve início por volta dos seus vinte anos.

​Suas composições já foram gravadas por intérpretes importantes da MPB tais como: Emílio Santiago, Elymar Santos, Ângela Maria, Joana, Élson do Forrogode, Alaíde Costa, Zeca Pagodinho, Elza Soares, Roberto Ribeiro, Zezé Mota, Jorge Aragão, Martinho da Vila, Joel Nascimento, Sivuca, Luiz Carlos da Vila, Arranco de Varsóvia e outros.

Algumas destas composições são de sua autoria letra e música, outras são parcerias com Cartola, João Nogueira, Aldir Blanc, Nei Lopes, Hermínio Bello de Carvalho, Ivan Wrigg, Ivor Lancellotti, Délcio Carvalho e Martinho da Vila. Dentre seus parceiros de composição figuram nomes como Nei Lopes, Luiz Carlos da Vila, Ivan Wrigg, Délcio Carvalho, Cartola, Ivor Lancellotte, Ivan Lins, Elton Medeiros, Martinho da Vila, Mauro Diniz, João Nogueira, Wilson das Neves, Sidney Miller, Arlindo Cruz e mais recentemente o poeta angolano Manuel Rui.

​Violonista dos mais requisitados, Cláudio participa de vários shows no Brasil e exterior.

​​Saiba mais sobre sua carreira, aqui: https://www.claudiojorge.com /

Sobre Lineu Bravo

Lineu Bravo é luthier autodidata, apreciador de boa música. Desde cedo, desenvolveu intimidade com a madeira na marcenaria do pai. Construiu o primeiro instrumento aos 14. Desde então, seus violões, cavacos, bandolins e violas têm ido parar nas mãos de grandes músicos. Guinga, Zélia Duncan, Marcus Tardelli, Marco Pereira, João Bosco, Yamandú Costa, Chico Buarque, Ulisses Rocha, Hamilton de Holanda, Ângela Muner, Rogério Caetano, Mauricio Carrilho, Luciana Rabello, João Lyra, Mauricio Marques, Edson Lopes, Alessandro Penezzi, Juarez Moreira, Fernando César, Jayme Vignoli, Flávio Apro, Giacomo Bartoloni, Swami Jr, Rosa Passos, Ana Carolina, Zé Paulo Becker, Douglas Lora e todos os integrantes do Quarteto Maogani são alguns deles.

Informações

A oficina de Lineu Bravo Luthier está localizada em Taubaté, na região do Vale do Paraíba, a 130 quilômetros de São Paulo.

Informações: lineu@lineubravo.com.br

Grande artista brasileiro, Lenine, toca violão Lineu Bravo

Nascido em Recife, o músico canta suas próprias composições e transforma em versos as questões de nosso tempo

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O luthier Lineu Bravo foi surpreendido recentemente assistindo na televisão o show “Em Trânsito” do músico Lenine. Durante o espetáculo, Lenine canta acompanhado por sua banda e tocando vários violões. Em determinado momento, ele toca sem a banda um violão Lineu Bravo, para a surpresa do luthier, que no mesmo momento reconheceu o instrumento.

Lineu Bravo conta que desconhece mais detalhes sobre a descoberta: “Reconheci ser um instrumento construído por mim, mas não sei qual é, nem como foi parar em suas mãos”. O mistério do violão Lineu Bravo nas mãos de Lenine continua, e o luthier lança a pergunta: “Será que alguém pode ajudar a solucionar o mistério?”.

Sobre Lenine

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Lenine é um artista brasileiro que canta suas próprias composições, transformando em versos as questões de nosso tempo. Para ele, palavra e música andam juntos desde sempre.

Nascido no Recife, em 2 de fevereiro de 1959, tem como primeiras referências musicais: Ângela Maria, Cyro Monteiro, Bach, Chopin, Jackson do Pandeiro, Miltinho, Ary Lobo e Dorival Caymmi.

Sobre sua música, Lenine explica: “Dizem que faço uma música que agrega manifestações musicais brasileiras e de outros cantos do mundo. Sons que não se encaixam em um único gênero e desconhecem limites. Eu concordo. Pelo menos, é o que tento!”.

Lenine foi para o Rio de Janeiro no final dos anos 70, em busca de crescimento no meio musical.

Com amigos compositores, seguiu seu caminho compondo  e criando, tentando sobreviver produzindo regional com MPB, em uma época em que o mercado só trabalhava com o rock. “Não foi fácil, mas certamente foi fundamental pro que faço hoje.”, conta Lenine.

Sobre os talentos com quem fez parceira ao longo da carreira: “Tenho a felicidade de ter sido gravado por muitos talentos que permeiam todos os tipos de som. Elba foi a primeira a gravar uma canção minha, depois vieram Fernanda Abreu, O Rappa, Milton Nascimento, Maria Rita, Maria Bethânia e muitos outros que confirmaram que minha verdadeira vocação é a composição.”

Lenine, que adora produzir e sempre faz seus próprios CDs, foi convidado a trabalhar com alguns amigos. Produziu “Segundo” de Maria Rita, “De uns tempos pra cá” de Chico César, “Lonji” de Tcheka, cantor e compositor do Cabo Verde, e “Ponto Enredo” de Pedro Luis e a Parede.

Sobre suas obras: “De todos os meus CDs, elejo o “Olho de Peixe” como o mais importante de minha carreira, porque foi com ele que eu descobri que a música poderia me levar a qualquer lugar. É o que faço até hoje, e que pretendo continuar fazendo por muito tempo.”.

Sobre Lineu Bravo

Lineu Bravo é luthier autodidata, apreciador de boa música. Desde cedo, desenvolveu intimidade com a madeira na marcenaria do pai. Construiu o primeiro instrumento aos 14. Desde então, seus violões, cavacos, bandolins e violas têm ido parar nas mãos de grandes músicos. Guinga, Zélia Duncan, Marcus Tardelli, Marco Pereira, João Bosco, Yamandú Costa, Chico Buarque, Ulisses Rocha, Hamilton de Holanda, Ângela Muner, Rogério Caetano, Mauricio Carrilho, Luciana Rabello, João Lyra, Mauricio Marques, Edson Lopes, Alessandro Penezzi, Juarez Moreira, Fernando César, Jayme Vignoli, Flávio Apro, Giacomo Bartoloni, Swami Jr, Rosa Passos, Ana Carolina, Zé Paulo Becker, Douglas Lora e todos os integrantes do Quarteto Maogani são alguns deles.

Informações

A oficina de Lineu Bravo Luthier está localizada em Taubaté, na região do Vale do Paraíba, a 130 quilômetros de São Paulo.

Informações: lineu@lineubravo.com.br

Maximillian Rudd, cliente australiano de Lineu Bravo, encomenda segundo violão

Vídeo recentemente publicado por Max emocionou o luthier Lineu Bravo

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O músico Maximillian Rudd, cliente australiano do luthier Lineu Bravo, estuda muito a música brasileira e é formado pelo Conservatório de Música da Universidade de Melbourne, na Austrália. Max gostou tanto do 7 cordas de Cedro com Jacarandá Indiano, que encomendou o segundo com a mesma configuração. Agora, ele tem um para a estrada e outro somente para gravações!

Para acessar esse vídeo e muitos outros do músico australiano, clique aqui!

 

Sobre Maximillian Rudd

Maximillian Rudd, músico australiano, toca violão 7 cordas brasileiro de Lineu. Suas músicas possuem uma fusão de influências: latino americanas, jazz e blues.

O violonista é formado pelo Conservatório de Música da Universidade de Melbourne, na Austrália e é um grande estudioso da música brasileira.

O som de Max é único e advém de sua jornada musical eclética. Começou a tocar com 7 anos de idade e vem desde então desenvolvendo sua música. Sua habilidade instrumental é sua marca.

Maximillian já tocou em importantes festivais musicais, tais como Queenscliff Music Festival e St Kilda Festival.

Em 2017, ele lançou seu primeiro álbum, coproduzido pelo veterano Xavier Rudd. Em 2018, Max e Xavier ingressaram em uma turnê de 13 shows e apresentaram-se nos melhores espaços musicais incluindo o teatro do Fórum de Melbourne.

O músico, que atualmente vive em Melbourne, está se tornando um rosto familiar no cenário musical australiano.

 

Maximillian Rudd e o violão Lineu Bravo

Maximillian Rudd, encomendou seu primeiro 7 cordas Lineu Bravo em Cedro com Jacarandá Indiano, no ano de 2011. Ele gostou tanto, que em 2018, encomendou o segundo com a mesma configuração. O músico possui agora dois violões Lineu Bravo para chamar de seu: um para a estrada e outro somente para gravações.

 

Sobre Lineu Bravo

Lineu Bravo é luthier autodidata, apreciador de boa música. Desde cedo, desenvolveu intimidade com a madeira na marcenaria do pai. Construiu o primeiro instrumento aos 14. Desde então, seus violões, cavacos, bandolins e violas têm ido parar nas mãos de grandes músicos. Guinga, Zélia Duncan, Marcus Tardelli, Marco Pereira, João Bosco, Yamandú Costa, Chico Buarque, Ulisses Rocha, Hamilton de Holanda, Ângela Muner, Rogério Caetano, Mauricio Carrilho, Luciana Rabello, João Lyra, Mauricio Marques, Edson Lopes, Alessandro Penezzi, Juarez Moreira, Fernando César, Jayme Vignoli, Flávio Apro, Giacomo Bartoloni, Swami Jr, Rosa Passos, Ana Carolina, Zé Paulo Becker, Douglas Lora e todos os integrantes do Quarteto Maogani são alguns deles.

Informações

A oficina de Lineu Bravo Luthier está localizada em Taubaté, na região do Vale do Paraíba, a 130 quilômetros de São Paulo.

Informações: lineu@lineubravo.com.br

Paula Borghi e Maurício Carrilho, clientes de Lineu Bravo, tocam juntos e encantam

Vídeo recentemente publicado por Paula Borghi emocionou o luthier Lineu Bravo

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O luthier Lineu Bravo ficou emocionado ao ver dois clientes tocando juntos em um vídeo recentemente publicado no Facebook. Os músicos Paula Borghi, que possui um violão 6 cordas feito pelo luthier e Maurício Carrilho, que tocava no vídeo um violão 7 cordas  Lineu Bravo com tampo em cedro canadense, de 2006. A canção escolhida foi a valsa “Desnorteada”, de Maurício.

 

Sobre Paula Borghi

Paula nasceu em Santo André – SP e iniciou seus estudos musicais no Conservatório de Tatuí aos 9 anos de idade. Na instituição, formou-se em “Aperfeiçoamento no Violão Erudito”, Musicalização Infantil para Educadores (e “Violão MPB/Choro”.

Também graduou-se pela UNIMEP no curso de “Licenciatura em Música” e conquistou o primeiro lugar em diversos concursos importantes de violão, entre eles o “Concurso de Violão Solo do Conservatório de Tatuí” e “Concurso de Violão Souza Lima SP”.

Em 2013, lançou o disco “Café da Dona Chica” com o grupo Água de Vintém. No mesmo ano lançou um disco da coletânea “8 Com “ em duo com Maurício Carrilho.
Tocou em diversas formações instrumentais ao lado de grandes músicos como Maurício Carrilho, Cristóvão Bastos, Alessandro Penezzi, Nailor Proveta, Pedro Amorim, Toninho Carrasqueira, Aquiles Morais, Ronaldo do Bandolim, Antônio Rocha, Luciana Rabelo, Toninho Ferragutti, Paulo Sérgio Santos entre outros.
Atualmente ministra aulas na Escola Portátil de Música do RJ.

Saiba mais, aqui!

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Sobre Maurício Carrilho

Maurício Carrilho é carioca, instrumentista, arranjador, produtor, pesquisador de MPB e, também, cliente do luthier Lineu Bravo.

Iniciou a carreira de músico em 1977, participando de vários grupos, como “Carioquinhas” (em parceria com os irmãos Rafael e Luciana Rabello) e “O Trio”.

No final dos anos 90, Maurício fundou uma gravadora, junto de Luciana Rabello, a “Acari Records”, na qual tem feito um trabalho de divulgação e pesquisa de repertório do choro.

O músico também desenvolve um trabalho na área de educação, viajando pelo Brasil, realizando workshops em que apresenta aos jovens músicos a base do choro.

Maurício Carrilho e o violão Lineu Bravo

Maurício adquiriu um violão 7 cordas Lineu Bravo com tampo em cedro Canadense em 2006. Esse violão foi entregue, algum tempo depois, a um amigo australiano, o músico Doug De Vries, que ficou encantado ao tocar o violão, mas não podia esperar o seu ficar pronto. Maurício diz que fez isso na certeza de que receberia um instrumento tão bom quanto o que tinha.

Lineu Bravo fez então o segundo violão para o cliente, com as mesmas características do anterior. Confira depoimento deixado por Maurício Carrilho sobre o luthier Lineu Bravo:

“Em minha opinião, Lineu Bravo é o melhor construtor de violões em atividade no Brasil. Penso que isso se deve a vários fatores. Ele tem uma habilidade rara no trato com as madeiras, tem um acabamento simples e impecável, tem uma regularidade nos resultados alcançados que me fez entregar a um amigo estrangeiro (Doug de Vries), que não poderia esperar seu violão ficar pronto, meu próprio instrumento. Fiz isso absolutamente tranquilo, certo de que receberia do Lineu um instrumento no mínimo tão bom quanto o que eu tinha. Fora tudo isso, o Lineu é o primeiro luthier brasileiro de alto nível que tem uma formação musical estreitamente ligada ao choro. É um ótimo solista de bandolim e cavaquinho, embora um pouco fora de forma pelo acúmulo de encomendas que evidenciam seu sucesso. Conhece, pela experiência musical, as características e necessidades timbrísticas e de tocabilidade que os instrumentos devem ter para um bom desempenho dos músicos. Assim, seus violões, cavaquinhos e bandolins, têm afinação perfeita, volume, projeção, são confortáveis e têm uma enorme estabilidade, mesmo submetidos a condições extremas de temperatura e umidade. Enfim, Lineu Bravo é o maior exemplo do grande progresso que a lutheria brasileira alcançou nos últimos anos graças ao trabalho de vários mestres. E não é fácil ser o melhor entre tanta gente competente.”

Saiba mais sobre a carreira de Maurício, aqui!

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Sobre Lineu Bravo

Lineu Bravo é luthier autodidata, apreciador de boa música. Desde cedo, desenvolveu intimidade com a madeira na marcenaria do pai. Construiu o primeiro instrumento aos 14. Desde então, seus violões, cavacos, bandolins e violas têm ido parar nas mãos de grandes músicos. Guinga, Zélia Duncan, Marcus Tardelli, Marco Pereira, João Bosco, Yamandú Costa, Chico Buarque, Ulisses Rocha, Hamilton de Holanda, Ângela Muner, Rogério Caetano, Mauricio Carrilho, Luciana Rabello, João Lyra, Mauricio Marques, Edson Lopes, Alessandro Penezzi, Juarez Moreira, Fernando César, Jayme Vignoli, Flávio Apro, Giacomo Bartoloni, Swami Jr, Rosa Passos, Ana Carolina, Zé Paulo Becker, Douglas Lora e todos os integrantes do Quarteto Maogani são alguns deles.

Informações

A oficina de Lineu Bravo Luthier está localizada em Taubaté, na região do Vale do Paraíba, a 130 quilômetros de São Paulo.

Informações: lineu@lineubravo.com.br