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Paula Borghi e Maurício Carrilho, clientes de Lineu Bravo, tocam juntos e encantam

Vídeo recentemente publicado por Paula Borghi emocionou o luthier Lineu Bravo

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O luthier Lineu Bravo ficou emocionado ao ver dois clientes tocando juntos em um vídeo recentemente publicado no Facebook. Os músicos Paula Borghi, que possui um violão 6 cordas feito pelo luthier e Maurício Carrilho, que tocava no vídeo um violão 7 cordas  Lineu Bravo com tampo em cedro canadense, de 2006. A canção escolhida foi a valsa “Desnorteada”, de Maurício.

 

Sobre Paula Borghi

Paula nasceu em Santo André – SP e iniciou seus estudos musicais no Conservatório de Tatuí aos 9 anos de idade. Na instituição, formou-se em “Aperfeiçoamento no Violão Erudito”, Musicalização Infantil para Educadores (e “Violão MPB/Choro”.

Também graduou-se pela UNIMEP no curso de “Licenciatura em Música” e conquistou o primeiro lugar em diversos concursos importantes de violão, entre eles o “Concurso de Violão Solo do Conservatório de Tatuí” e “Concurso de Violão Souza Lima SP”.

Em 2013, lançou o disco “Café da Dona Chica” com o grupo Água de Vintém. No mesmo ano lançou um disco da coletânea “8 Com “ em duo com Maurício Carrilho.
Tocou em diversas formações instrumentais ao lado de grandes músicos como Maurício Carrilho, Cristóvão Bastos, Alessandro Penezzi, Nailor Proveta, Pedro Amorim, Toninho Carrasqueira, Aquiles Morais, Ronaldo do Bandolim, Antônio Rocha, Luciana Rabelo, Toninho Ferragutti, Paulo Sérgio Santos entre outros.
Atualmente ministra aulas na Escola Portátil de Música do RJ.

Saiba mais, aqui!

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Sobre Maurício Carrilho

Maurício Carrilho é carioca, instrumentista, arranjador, produtor, pesquisador de MPB e, também, cliente do luthier Lineu Bravo.

Iniciou a carreira de músico em 1977, participando de vários grupos, como “Carioquinhas” (em parceria com os irmãos Rafael e Luciana Rabello) e “O Trio”.

No final dos anos 90, Maurício fundou uma gravadora, junto de Luciana Rabello, a “Acari Records”, na qual tem feito um trabalho de divulgação e pesquisa de repertório do choro.

O músico também desenvolve um trabalho na área de educação, viajando pelo Brasil, realizando workshops em que apresenta aos jovens músicos a base do choro.

Maurício Carrilho e o violão Lineu Bravo

Maurício adquiriu um violão 7 cordas Lineu Bravo com tampo em cedro Canadense em 2006. Esse violão foi entregue, algum tempo depois, a um amigo australiano, o músico Doug De Vries, que ficou encantado ao tocar o violão, mas não podia esperar o seu ficar pronto. Maurício diz que fez isso na certeza de que receberia um instrumento tão bom quanto o que tinha.

Lineu Bravo fez então o segundo violão para o cliente, com as mesmas características do anterior. Confira depoimento deixado por Maurício Carrilho sobre o luthier Lineu Bravo:

“Em minha opinião, Lineu Bravo é o melhor construtor de violões em atividade no Brasil. Penso que isso se deve a vários fatores. Ele tem uma habilidade rara no trato com as madeiras, tem um acabamento simples e impecável, tem uma regularidade nos resultados alcançados que me fez entregar a um amigo estrangeiro (Doug de Vries), que não poderia esperar seu violão ficar pronto, meu próprio instrumento. Fiz isso absolutamente tranquilo, certo de que receberia do Lineu um instrumento no mínimo tão bom quanto o que eu tinha. Fora tudo isso, o Lineu é o primeiro luthier brasileiro de alto nível que tem uma formação musical estreitamente ligada ao choro. É um ótimo solista de bandolim e cavaquinho, embora um pouco fora de forma pelo acúmulo de encomendas que evidenciam seu sucesso. Conhece, pela experiência musical, as características e necessidades timbrísticas e de tocabilidade que os instrumentos devem ter para um bom desempenho dos músicos. Assim, seus violões, cavaquinhos e bandolins, têm afinação perfeita, volume, projeção, são confortáveis e têm uma enorme estabilidade, mesmo submetidos a condições extremas de temperatura e umidade. Enfim, Lineu Bravo é o maior exemplo do grande progresso que a lutheria brasileira alcançou nos últimos anos graças ao trabalho de vários mestres. E não é fácil ser o melhor entre tanta gente competente.”

Saiba mais sobre a carreira de Maurício, aqui!

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Sobre Lineu Bravo

Lineu Bravo é luthier autodidata, apreciador de boa música. Desde cedo, desenvolveu intimidade com a madeira na marcenaria do pai. Construiu o primeiro instrumento aos 14. Desde então, seus violões, cavacos, bandolins e violas têm ido parar nas mãos de grandes músicos. Guinga, Zélia Duncan, Marcus Tardelli, Marco Pereira, João Bosco, Yamandú Costa, Chico Buarque, Ulisses Rocha, Hamilton de Holanda, Ângela Muner, Rogério Caetano, Mauricio Carrilho, Luciana Rabello, João Lyra, Mauricio Marques, Edson Lopes, Alessandro Penezzi, Juarez Moreira, Fernando César, Jayme Vignoli, Flávio Apro, Giacomo Bartoloni, Swami Jr, Rosa Passos, Ana Carolina, Zé Paulo Becker, Douglas Lora e todos os integrantes do Quarteto Maogani são alguns deles.

Informações

A oficina de Lineu Bravo Luthier está localizada em Taubaté, na região do Vale do Paraíba, a 130 quilômetros de São Paulo.

Informações: lineu@lineubravo.com.br

Conheça Hagai Rehavia, cliente de Lineu Bravo

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O luthier brasileiro Lineu Bravo produz instrumentos para clientes do mundo todo e um de seus ilustres clientes internacionais é Hagai Rehavia: violonista e compositor nascido em Israel, com influências musicais que incluem os brasileiros Toninho Horta e Marco Pereira, o último também cliente de Lineu.

O músico, que entrou em contato com o luthier Lineu Bravo através da indicação do grande violonista brasileiro Ulisses Rocha, adquiriu um violão Lineu Bravo em 2007: um 6 cordas de Cedro com Jacarandá Indiano.

Sobre Hagai Rehavia

O músico Hagai Rehavia nasceu em Tel-Aviv, Israel, e começou a tocar violão aos 15 anos. Aprendeu a tocar através de livros e amigos. Depois de conhecer o trabalho de importantes compositores israelenses como Matti Caspi, Yoni Rechter e Shlomo Gronich, começou a expandir e desenvolver gradualmente seu próprio vocabulário musical e sua técnica, sempre influenciado pela Bossa Nova brasileira e pelo jazz.

Encantado com a música brasileira, que conheceu através de seus vizinhos brasileiros, visitou o Brasil muitas vezes e teve o privilégio de conhecer pessoalmente alguns dos grandes nomes da música brasileira como Marco Pereira, Ulisses Rocha, Toninho Horta e Raphael Rabello.

Em 1998, Hagai formou a banda “Tucan Trio”, que tocava suas próprias composições e também arranjos brasileiros. O trio era composto por: Amir Milstein (flauta), Joca Perpignan (percussão) e Hagai no violão.

A banda lançou o álbum “Tucan” em 1999 e participou de alguns dos mais importantes festivais de música de Israel e do mundo. Eles também apresentaram-se com Armandinho, virtuoso músico brasileiro que toca bandolim em Israel, Estados Unidos e Brasil. Em 2012, eles lançaram o álbum Armandinho e Tucan Trio Ao Vivo.

Hagai também já se apresentou com o compositor brasileiro Edu Lobo e com a Orquestra Filarmónica de Israel, em 2012, e participou de uma turnê com a cantora brasileira Mausha acompanhado da Orquestra Kibbutz de Israel em 2004.

Hagai também lançou um álbum solo chamado “Bebe”, em 2005, com repertório brasileiro.

O músico é autor de quarto livros sobre violão, com arranjos para famosos clássicos de Israel.

Saiba mais sobre a carreira do músico: http://www.hagairehavia.com/

Sobre Lineu Bravo

Lineu Bravo é luthier autodidata, apreciador de boa música. Desde cedo, desenvolveu intimidade com a madeira na marcenaria do pai. Construiu o primeiro instrumento aos 14. Desde então, seus violões, cavacos, bandolins e violas têm ido parar nas mãos de grandes músicos. Guinga, Zélia Duncan, Marcus Tardelli, Marco Pereira, João Bosco, Yamandú Costa, Chico Buarque, Ulisses Rocha, Hamilton de Holanda, Ângela Muner, Rogério Caetano, Mauricio Carrilho, Luciana Rabello, João Lyra, Mauricio Marques, Edson Lopes, Alessandro Penezzi, Juarez Moreira, Fernando César, Jayme Vignoli, Flávio Apro, Giacomo Bartoloni, Swami Jr, Rosa Passos, Ana Carolina, Zé Paulo Becker, Douglas Lora e todos os integrantes do Quarteto Maogani são alguns deles.

Informações

A oficina de Lineu Bravo Luthier está localizada em Taubaté, na região do Vale do Paraíba, a 130 quilômetros de São Paulo.

Informações: lineu@lineubravo.com.br

 

 

Luthier Lineu Bravo e a arte de construir cavaquinhos

O violão não é a única obra do luthier Lineu Bravo, outro instrumento que ele constrói com maestria é o cavaquinho. O processo, que é semelhante ao da construção de um violão, requer maior minuciosidade e delicadeza, por conta das pequenas peças que compõem o instrumento. Os detalhes na produção são essenciais para garantir ao cavaquinho o equilíbrio perfeito.

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O cavaquinho tem um significado especial para Lineu Bravo: “O cavaquinho é um instrumento pelo qual eu tenho um carinho muito especial, já que foi primeiro instrumento que eu comecei a tocar quando eu tinha 10 anos de idade e também o primeiro instrumento que construí na minha adolescência”, explica o luthier.

A construção do cavaquinho marcou o início da carreira do luthier, que conta a importância dessa experiência: “A primeira experiência que tive com construção de instrumento foi com o cavaquinho. Como era um instrumento que eu tocava, acabei construindo outros cavaquinhos. Fazia esse instrumento por hobby e foi assim que adquiri total intimidade com a arte da construção de instrumentos”.

Segundo o luthier, construir cavaquinhos foi uma grande escola: “O cavaquinho, por ser menor e mais delicado e possuir uma caixa acústica menor, requer muito mais cuidado e atenção. Para conseguir um padrão sonoro e de equilíbrio é necessário um nível de atenção muito maior. O cuidado requerido na construção do cavaquinho é muito maior do que em outros instrumentos. É por essa razão que ao construí-lo, você se prepara melhor para fazer instrumentos que possuam uma caixa acústica maior, que naturalmente vão te dar mais opções de timbre e de som”, explica Lineu.

Lineu Bravo explica a dificuldade de se obter uma afinação perfeita em um instrumento como o cavaquinho: “O cavaquinho é muito delicado, é muito difícil construir um instrumento deste com uma afinação perfeita”.

Dominando a arte de se construir cavaquinhos, domina-se a arte de construir todos os outros instrumentos: “A partir do momento em que descobri a fórmula de fazer uma afinação perfeita no cavaquinho, ficou bem mais simples construir outros instrumentos, uma vez que eu já tinha aprendido o princípio com um instrumento crítico”, explica o luthier Lineu Bravo.

Sobre Lineu Bravo

Lineu Bravo é luthier autodidata, apreciador de boa música. Desde cedo, desenvolveu intimidade com a madeira na marcenaria do pai. Construiu o primeiro instrumento aos 14. Desde então, seus violões, cavacos, bandolins e violas têm ido parar nas mãos de grandes músicos. Guinga, Zélia Duncan, Marcus Tardelli, Marco Pereira, João Bosco, Yamandú Costa, Chico Buarque, Ulisses Rocha, Hamilton de Holanda, Ângela Muner, Rogério Caetano, Mauricio Carrilho, Luciana Rabello, João Lyra, Mauricio Marques, Edson Lopes, Alessandro Penezzi, Juarez Moreira, Fernando César, Jayme Vignoli, Flávio Apro, Giacomo Bartoloni, Swami Jr, Rosa Passos, Ana Carolina, Zé Paulo Becker, Douglas Lora e todos os integrantes do Quarteto Maogani são alguns deles.

Informações

A oficina de Lineu Bravo Luthier está localizada em Taubaté, na região do Vale do Paraíba, a 130 quilômetros de São Paulo.

Informações: lineu@lineubravo.com.br

 

 

Músico argelino Karim Tariket toca mandole construído pelo luthier Lineu Bravo

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O luthier Lineu Bravo construiu para o músico argelino Karim Tariket um mandole, também conhecido como bandola argelina, com tampo em cedro canadense, fundo em jacarandá indiano e escala em ébano.

Karim conta como conheceu o trabalho de Lineu: “Eu trouxe para o Brasil um mandole da Argélia, porém ele deu problema no braço. Comecei então a pesquisar um luthier na internet e achei o contato do Lineu. Então liguei pra ele! Como ele não fazia manutenção, perguntei se ele conseguia fazer um novo pra mim e mandei fotos do meu mandole. O Lineu disse que conseguia e fez!
Também vi os vídeos dele no YouTube e gostei muito”.
O músico argelino contou um pouco sobre esse instrumento típico de seu país de origem: “O mandole é um instrumento original da Argélia, utilizado principalmente na música popular de lá, que se chama chaabi. Hoje em dia,  ele é utilizado em vários estilos musicais”.
Karim começou a carreira tocando chaabi, música popular da Argélia: “Também fiz parte de um grupo que tocava uma mistura de estilos: chaabi e reggae. Atualmente, estou preparando um novo disco com meu amigo Rangel Cruz”.

 

Sobre Lineu Bravo

Lineu Bravo é luthier autodidata, apreciador de boa música. Desde cedo, desenvolveu intimidade com a madeira na marcenaria do pai. Construiu o primeiro instrumento aos 14. Desde então, seus violões, cavacos, bandolins e violas têm ido parar nas mãos de grandes músicos. Guinga, Zélia Duncan, Marcus Tardelli, Marco Pereira, João Bosco, Yamandú Costa, Chico Buarque, Ulisses Rocha, Hamilton de Holanda, Ângela Muner, Rogério Caetano, Mauricio Carrilho, Luciana Rabello, João Lyra, Mauricio Marques, Edson Lopes, Alessandro Penezzi, Juarez Moreira, Fernando César, Jayme Vignoli, Flávio Apro, Giacomo Bartoloni, Swami Jr, Rosa Passos, Ana Carolina, Zé Paulo Becker, Douglas Lora e todos os integrantes do Quarteto Maogani são alguns deles.

Informações

A oficina de Lineu Bravo Luthier está localizada em Taubaté, na região do Vale do Paraíba, a 130 quilômetros de São Paulo.

Informações: lineu@lineubravo.com.br