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Músico Rafael Schimidt e seu novo violão construído pelo luthier Lineu Bravo

Rafael Schimidt

O músico Rafael Schimidt foi buscar recentemente o violão 7 cordas que o luthier Lineu Bravo construiu especialmente para ele, nove anos depois de adquirir o 6 cordas.

O jovem violonista, que iniciou sua vida profissional aos 15 anos e possui um estilo musical próprio marcado por diferentes influências, deixou um depoimento sobre o instrumento construído pelo luthier:

“Conheci o trabalho do Lineu Bravo através do amigo Alessandro Penezzi, que já tinha um 6 cordas do Lineu. O violão do Lineu é de fácil tocabilidade, acabamento impressionante e som puramente e verdadeiramente brasileiro”

A carreira de Rafael Schimidt
O jovem violonista Rafael Schimidt iniciou sua vida profissional aos 15 anos e atualmente vem definindo um estilo musical próprio marcado por diferentes influências, entre elas o choro, a música caipira, a música erudita e a música flamenca, tendo como principais referências Guinga, Dilermando Reis, Dino 7 Cordas, Raphael Rabello, Baden Powell, Paco de Lucia, Alessandro Penezzi, Pixinguinha, Jacob do Bandolim, Cartola, entre outros grandes mestres.

A história de Rafael é marcada intimamente pela música. Teve como primeiro “professor” seu pai, o bandolinista Jairo Ribeiro. O interesse pelo violão veio aos dez anos, quando passou a estudar com músicos da região. Em 2005, entrou para o Conservatório Villa-Lobos, em São Paulo, onde estudou violão erudito. Sua formação contou ainda com grandes mestres do violão, tais como Alessandro Penezzi, Douglas Lora, Fernando de La Rua e Paulo Belinatti.

Atualmente, o músico atua em diversos concertos como solista e também acompanhado por outros músicos.

Sobre Lineu Bravo

Lineu Bravo é luthier autodidata, apreciador de boa música. Desde cedo, desenvolveu intimidade com a madeira na marcenaria do pai. Construiu o primeiro instrumento aos 14. Desde então, seus violões, cavacos, bandolins e violas têm ido parar nas mãos de grandes músicos. Guinga, Zélia Duncan, Marcus Tardelli, Marco Pereira, João Bosco, Yamandú Costa, Chico Buarque, Ulisses Rocha, Hamilton de Holanda, Ângela Muner, Rogério Caetano, Mauricio Carrilho, Luciana Rabello, João Lyra, Mauricio Marques, Edson Lopes, Alessandro Penezzi, Juarez Moreira, Fernando César, Jayme Vignoli, Flávio Apro, Giacomo Bartoloni, Swami Jr, Rosa Passos, Ana Carolina, Zé Paulo Becker, Douglas Lora e todos os integrantes do Quarteto Maogani são alguns deles.

Informações

A oficina de Lineu Bravo Luthier está localizada em Taubaté, na região do Vale do Paraíba, a 130 quilômetros de São Paulo.

Informações: lineu@lineubravo.com.br

 

 

Músico argelino Karim Tariket toca mandole construído pelo luthier Lineu Bravo

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O luthier Lineu Bravo construiu para o músico argelino Karim Tariket um mandole, também conhecido como bandola argelina, com tampo em cedro canadense, fundo em jacarandá indiano e escala em ébano.

Karim conta como conheceu o trabalho de Lineu: “Eu trouxe para o Brasil um mandole da Argélia, porém ele deu problema no braço. Comecei então a pesquisar um luthier na internet e achei o contato do Lineu. Então liguei pra ele! Como ele não fazia manutenção, perguntei se ele conseguia fazer um novo pra mim e mandei fotos do meu mandole. O Lineu disse que conseguia e fez!
Também vi os vídeos dele no YouTube e gostei muito”.
O músico argelino contou um pouco sobre esse instrumento típico de seu país de origem: “O mandole é um instrumento original da Argélia, utilizado principalmente na música popular de lá, que se chama chaabi. Hoje em dia,  ele é utilizado em vários estilos musicais”.
Karim começou a carreira tocando chaabi, música popular da Argélia: “Também fiz parte de um grupo que tocava uma mistura de estilos: chaabi e reggae. Atualmente, estou preparando um novo disco com meu amigo Rangel Cruz”.

 

Sobre Lineu Bravo

Lineu Bravo é luthier autodidata, apreciador de boa música. Desde cedo, desenvolveu intimidade com a madeira na marcenaria do pai. Construiu o primeiro instrumento aos 14. Desde então, seus violões, cavacos, bandolins e violas têm ido parar nas mãos de grandes músicos. Guinga, Zélia Duncan, Marcus Tardelli, Marco Pereira, João Bosco, Yamandú Costa, Chico Buarque, Ulisses Rocha, Hamilton de Holanda, Ângela Muner, Rogério Caetano, Mauricio Carrilho, Luciana Rabello, João Lyra, Mauricio Marques, Edson Lopes, Alessandro Penezzi, Juarez Moreira, Fernando César, Jayme Vignoli, Flávio Apro, Giacomo Bartoloni, Swami Jr, Rosa Passos, Ana Carolina, Zé Paulo Becker, Douglas Lora e todos os integrantes do Quarteto Maogani são alguns deles.

Informações

A oficina de Lineu Bravo Luthier está localizada em Taubaté, na região do Vale do Paraíba, a 130 quilômetros de São Paulo.

Informações: lineu@lineubravo.com.br

 

Conheça Fernando César, cliente de Lineu Bravo

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Fernando César possui uma trajetória musical que se confunde com a de seu irmão, Hamilton de Holanda no grupo Dois de Ouro. Eles começaram a tocar, ainda crianças, incentivados pelo pai. Esse brilhante brasiliense, cliente do luthier Lineu Bravo, é violonista, professor, compositor, arranjador e produtor musical. Possui dois violões feitos pelo luthier, um 7 cordas de náilon e um 7 cordas de aço modelo Rogério Caetano.

Sobre Lineu Bravo

Lineu Bravo é luthier autodidata, apreciador de boa música e morador da cidade de Taubaté, São Paulo. Desde cedo desenvolveu intimidade com a madeira na marcenaria do pai. Construiu o primeiro instrumento aos 14. Desde então, seus violões, cavacos, bandolins e violas têm ido parar nas mãos de grandes músicos. Zélia Duncan, Guinga, Marcus Tardelli, Marco Pereira, João Bosco, Yamandú Costa, Chico Buarque, Ulisses Rocha, Hamilton de Holanda, Ângela Muner, Rogério Caetano, Maurício Carrilho, Luciana Rabello, João Lyra, Maurício Marques, Edson Lopes, Alessandro Penezzi, Juarez Moreira, Fernando César, Jayme Vignoli, Flávio Apro, Giacomo Bartoloni, Swami Jr, Rosa Passos, Ana Carolina, Zé Paulo Becker, Douglas Lora e todos os integrantes do Quarteto Maogani são alguns deles.

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Confira depoimento de Lineu Bravo sobre o início da carreira

Luthier Lineu Bravo fala como se deu o início de sua carreira na luthieria, confira:

“Desde cedo, desenvolvi intimidade com a madeira. Lá pelos dez anos de idade, comecei a tocar cavaquinho e, assim, aquela relação meramente utilitária com a madeira que até então tinha desenvolvido transformou-se em algo novo, que ao mesmo tempo me causava assombro e desejo. Assim, fui juntando música e madeira… Aos 14, construí meu primeiro instrumento, um cavaquinho de madeira compensada, o que estava disponível para a minha brincadeira de garoto.”

Foto: Pedro Ives Prates

Foto: Pedro Ives Prates

Sobre Lineu Bravo

Lineu Bravo é luthier autodidata, apreciador de boa música e morador da cidade de Taubaté, São Paulo. Desde cedo desenvolveu intimidade com a madeira na marcenaria do pai. Construiu o primeiro instrumento aos 14. Desde então, seus violões, cavacos, bandolins e violas têm ido parar nas mãos de grandes músicos. Guinga, Marcus Tardelli, Marco Pereira, João Bosco, Yamandú Costa, Chico Buarque, Ulisses Rocha, Hamilton de Holanda, Ângela Muner, Rogério Caetano, Maurício Carrilho, Luciana Rabello, João Lyra, Maurício Marques, Edson Lopes, Alessandro Penezzi, Juarez Moreira, Fernando César, Jayme Vignoli, Flávio Apro, Giacomo Bartoloni, Swami Jr, Rosa Passos, Ana Carolina, Zé Paulo Becker, Douglas Lora e todos os integrantes do Quarteto Maogani são alguns deles.

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