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Conheça Hagai Rehavia, cliente de Lineu Bravo

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O luthier brasileiro Lineu Bravo produz instrumentos para clientes do mundo todo e um de seus ilustres clientes internacionais é Hagai Rehavia: violonista e compositor nascido em Israel, com influências musicais que incluem os brasileiros Toninho Horta e Marco Pereira, o último também cliente de Lineu.

O músico, que entrou em contato com o luthier Lineu Bravo através da indicação do grande violonista brasileiro Ulisses Rocha, adquiriu um violão Lineu Bravo em 2007: um 6 cordas de Cedro com Jacarandá Indiano.

Sobre Hagai Rehavia

O músico Hagai Rehavia nasceu em Tel-Aviv, Israel, e começou a tocar violão aos 15 anos. Aprendeu a tocar através de livros e amigos. Depois de conhecer o trabalho de importantes compositores israelenses como Matti Caspi, Yoni Rechter e Shlomo Gronich, começou a expandir e desenvolver gradualmente seu próprio vocabulário musical e sua técnica, sempre influenciado pela Bossa Nova brasileira e pelo jazz.

Encantado com a música brasileira, que conheceu através de seus vizinhos brasileiros, visitou o Brasil muitas vezes e teve o privilégio de conhecer pessoalmente alguns dos grandes nomes da música brasileira como Marco Pereira, Ulisses Rocha, Toninho Horta e Raphael Rabello.

Em 1998, Hagai formou a banda “Tucan Trio”, que tocava suas próprias composições e também arranjos brasileiros. O trio era composto por: Amir Milstein (flauta), Joca Perpignan (percussão) e Hagai no violão.

A banda lançou o álbum “Tucan” em 1999 e participou de alguns dos mais importantes festivais de música de Israel e do mundo. Eles também apresentaram-se com Armandinho, virtuoso músico brasileiro que toca bandolim em Israel, Estados Unidos e Brasil. Em 2012, eles lançaram o álbum Armandinho e Tucan Trio Ao Vivo.

Hagai também já se apresentou com o compositor brasileiro Edu Lobo e com a Orquestra Filarmónica de Israel, em 2012, e participou de uma turnê com a cantora brasileira Mausha acompanhado da Orquestra Kibbutz de Israel em 2004.

Hagai também lançou um álbum solo chamado “Bebe”, em 2005, com repertório brasileiro.

O músico é autor de quarto livros sobre violão, com arranjos para famosos clássicos de Israel.

Saiba mais sobre a carreira do músico: http://www.hagairehavia.com/

Sobre Lineu Bravo

Lineu Bravo é luthier autodidata, apreciador de boa música. Desde cedo, desenvolveu intimidade com a madeira na marcenaria do pai. Construiu o primeiro instrumento aos 14. Desde então, seus violões, cavacos, bandolins e violas têm ido parar nas mãos de grandes músicos. Guinga, Zélia Duncan, Marcus Tardelli, Marco Pereira, João Bosco, Yamandú Costa, Chico Buarque, Ulisses Rocha, Hamilton de Holanda, Ângela Muner, Rogério Caetano, Mauricio Carrilho, Luciana Rabello, João Lyra, Mauricio Marques, Edson Lopes, Alessandro Penezzi, Juarez Moreira, Fernando César, Jayme Vignoli, Flávio Apro, Giacomo Bartoloni, Swami Jr, Rosa Passos, Ana Carolina, Zé Paulo Becker, Douglas Lora e todos os integrantes do Quarteto Maogani são alguns deles.

Informações

A oficina de Lineu Bravo Luthier está localizada em Taubaté, na região do Vale do Paraíba, a 130 quilômetros de São Paulo.

Informações: lineu@lineubravo.com.br

 

 

Músico Rafael Schimidt e seu novo violão construído pelo luthier Lineu Bravo

Rafael Schimidt

O músico Rafael Schimidt foi buscar recentemente o violão 7 cordas que o luthier Lineu Bravo construiu especialmente para ele, nove anos depois de adquirir o 6 cordas.

O jovem violonista, que iniciou sua vida profissional aos 15 anos e possui um estilo musical próprio marcado por diferentes influências, deixou um depoimento sobre o instrumento construído pelo luthier:

“Conheci o trabalho do Lineu Bravo através do amigo Alessandro Penezzi, que já tinha um 6 cordas do Lineu. O violão do Lineu é de fácil tocabilidade, acabamento impressionante e som puramente e verdadeiramente brasileiro”

A carreira de Rafael Schimidt
O jovem violonista Rafael Schimidt iniciou sua vida profissional aos 15 anos e atualmente vem definindo um estilo musical próprio marcado por diferentes influências, entre elas o choro, a música caipira, a música erudita e a música flamenca, tendo como principais referências Guinga, Dilermando Reis, Dino 7 Cordas, Raphael Rabello, Baden Powell, Paco de Lucia, Alessandro Penezzi, Pixinguinha, Jacob do Bandolim, Cartola, entre outros grandes mestres.

A história de Rafael é marcada intimamente pela música. Teve como primeiro “professor” seu pai, o bandolinista Jairo Ribeiro. O interesse pelo violão veio aos dez anos, quando passou a estudar com músicos da região. Em 2005, entrou para o Conservatório Villa-Lobos, em São Paulo, onde estudou violão erudito. Sua formação contou ainda com grandes mestres do violão, tais como Alessandro Penezzi, Douglas Lora, Fernando de La Rua e Paulo Belinatti.

Atualmente, o músico atua em diversos concertos como solista e também acompanhado por outros músicos.

Sobre Lineu Bravo

Lineu Bravo é luthier autodidata, apreciador de boa música. Desde cedo, desenvolveu intimidade com a madeira na marcenaria do pai. Construiu o primeiro instrumento aos 14. Desde então, seus violões, cavacos, bandolins e violas têm ido parar nas mãos de grandes músicos. Guinga, Zélia Duncan, Marcus Tardelli, Marco Pereira, João Bosco, Yamandú Costa, Chico Buarque, Ulisses Rocha, Hamilton de Holanda, Ângela Muner, Rogério Caetano, Mauricio Carrilho, Luciana Rabello, João Lyra, Mauricio Marques, Edson Lopes, Alessandro Penezzi, Juarez Moreira, Fernando César, Jayme Vignoli, Flávio Apro, Giacomo Bartoloni, Swami Jr, Rosa Passos, Ana Carolina, Zé Paulo Becker, Douglas Lora e todos os integrantes do Quarteto Maogani são alguns deles.

Informações

A oficina de Lineu Bravo Luthier está localizada em Taubaté, na região do Vale do Paraíba, a 130 quilômetros de São Paulo.

Informações: lineu@lineubravo.com.br

 

 

Encontro de clientes de Lineu Bravo: o maranhense Francisco Solano e o curitibano Lucas Melo

Conheça um pouco mais da carreira desses talentosos músicos que tocam instrumentos construídos por Lineu Bravo

Um encontro de clientes especiais do luthier Lineu Bravo aconteceu recentemente em Curitiba: o músico curitibano Lucas Melo e o maranhense Francisco Solano, integrante do Regional Tira Teima, grupo de choro mais antigo em atividade em São Luís (fundado em 1973). Ambos portando um 7 cordas construído por Lineu, especialmente para eles, cada um com a sua história.

Sobre esse encontro, Lucas Melo conta:
“Conheci o Francisco Solano em 2017, quando ele esteve com o Regional Tira Teima em Curtiba, onde tive o prazer de recebê-los e dar uma canja com eles. Me dei muito bem com o Solano e fizemos um som legal juntos, ele é um cara muito gente boa e que sabe tudo de 7 Cordas”.

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Lucas Melo

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Músico curitibano, é violonista de 7 cordas do tradicional Conjunto Choro e Seresta (regional de choro com 44 anos de existência) e também atua como professor no Conservatório de MPB de Curitiba.

Lucas estudou música na escola Jean Jacques Rousseau e no Conservatório de MPB de Curitiba, onde desenvolveu, com os músicos Sergio Albach e Claudio Menandro, a linguagem do choro e do violão brasileiro.
Em 2015, gravou o CD instrumental “Papo de Xara” com o cavaquinhista Lucas Miranda.
Como professor, foi convidado a ministrar aulas na Oficina de Choro da Faculdade de Artes do Paraná (2011), no Conservatório de MPB de Curitiba (2012) e na EPM Rotterdam e na Casa do Choro de Toulouse (2015).
Já se apresentou no Brasil e em diversos países ao lado de músicos como Rogério Souza, Mario Seve, Antônio Rocha, Ronaldo do Bandolim, Dirceu Leite, Ana Paula da Silva, Ceumar, Toninho Carrasqueira, Joao Macacão, Rafael Toledo, Sérgio Albach, Julião Boêmio, Daniel Migliavacca, entre outros.

Além de atuar como instrumentista em espetáculos musicais diversos, também atua na produção de arranjos, gravações, e projetos culturais em Curitiba.

Lucas Melo e o violão Lineu Bravo
Lucas adquiriu o violão 7 cordas construído pelo luthier Lineu Bravo no ano de 2010, porém foi roubado em 2011. O músico conseguiu recuperar o violão em 2016.

Ele ficou sabendo do trabalho do luthier por meio de outros violonistas, como Marco Pereira e Rogerio Caetano, também clientes de Lineu e que indicaram seu trabalho ao músico.

Lucas Melo deixou um depoimento sobre o instrumento que possui, um 7 cordas: “O instrumento do Lineu é único, com timbre maravilhoso e depois que comecei a usá-lo em shows e gravações não quis mais nenhum outro. Houve uma situação infeliz em 2011 em que sofri um assalto  e me levaram o violão, e apenas consegui recuperá-lo 5 anos depois, em 2016. Desde então, não me separo mais do meu violão.”

Francisco Solano

O maranhense Francisco Solano é técnico e músico por hobby. Integra o Tira Teima, mais antigo grupo de choro do Maranhão em atividade.

Francisco é presidente do Clube do Choro do Maranhão e titular do violão sete cordas do Tira Teima.

Em entrevista ao site O Imparcial, Francisco conta que acredita que a roda de choro é a maior escola: “A escola do choro é a roda. Você pode ir para escola de música desenvolver técnica, mas a escola do choro é a roda, não tem outro caminho. O choro nasceu assim e só tem valor se for assim, no meu entender.”

Francisco também falou sobre sua maior referência musical, Dino 7 Cordas: Pra mim a grande referência foi uma pessoa que eu tive o prazer de conversar, de ele me dizer muita coisa, que foi Dino. O Dino é a grande referência para o sete cordas. Eu acho que só existe sete cordas por causa dele, a forma de tocar sete cordas foi criação dele.”

O músico afirmou gostar do trabalho de músicos novos como Gian Correa, de São Paulo, Rogério Caetano, também cliente de Lineu Bravo, Zé Barbeiro e Luiz Filipe. Segundo Francisco, o violão mais tocado no Brasil é o sete cordas: “Pra onde você vai tem um tocando, e muita gente muito boa.”

Sobre Lineu Bravo

Lineu Bravo é luthier autodidata, apreciador de boa música. Desde cedo desenvolveu intimidade com a madeira na marcenaria do pai. Construiu o primeiro instrumento aos 14. Desde então, seus violões, cavacos, bandolins e violas têm ido parar nas mãos de grandes músicos. Guinga, Zélia Duncan, Marcus Tardelli, Marco Pereira, João Bosco, Yamandú Costa, Chico Buarque, Ulisses Rocha, Hamilton de Holanda, Ângela Muner, Rogério Caetano, Mauricio Carrilho, Luciana Rabello, João Lyra, Mauricio Marques, Edson Lopes, Alessandro Penezzi, Juarez Moreira, Fernando César, Jayme Vignoli, Flávio Apro, Giacomo Bartoloni, Swami Jr, Rosa Passos, Ana Carolina, Zé Paulo Becker, Douglas Lora e todos os integrantes do Quarteto Maogani são alguns deles.

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Marcus Tardelli, solista de violão e cliente de Lineu Bravo, conta como foi ser presenteado com um instrumento do luthier

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Marcus Tardelli, natural de Petrópolis, Rio de Janeiro, é solista de violão e autodidata, sendo que suas influências são muito mais musicais do que violonísticas.

O músico reinventou o instrumento o violão, criando uma nova forma de tocá-lo. Lineu Bravo explica esse dom de seu talentoso cliente: “O violão na mão dele vira outro instrumento.”.

O compositor, violonista e também cliente de Lineu Bravo, Guinga, refere-se a Marcus como maior violonista que o Brasil já produziu: “Ele é um revolucionário na técnica violonística, um gênio, inventou uma nova técnica no violão que só ele executa. Em um dos movimentos dessa técnica, ele usa o polegar da mão esquerda com uma liberdade que o polegar nunca teve no violão.”.

A técnica inovadora de Marcus Tardelli

Antes de começar a tocar violão, com 7 anos de idade, Marcus Tardelli já tinha uma profunda relação com a música. “Ouvia muitos discos desde muito cedo, já tinha muitos sons em minha mente e o violão surgiu mais como uma ferramenta para expressar as ideias. Como sempre gostei mais de música do que de violão, e devido à minha facilidade com o instrumento, eu naturalmente desenvolvi técnicas para expressar os sons que eu imaginava, como o uso ativo do polegar esquerdo na frente do braço do violão, e outras disposições inéditas como o uso de outras angulações dos dedos em diferentes pestanas, notas pressionadas com a unha ou parte da mão.”, explica o violinista, cliente do luthier Lineu Bravo.

Para Tardelli, o violão era a ponte e o objetivo sempre foi a música, portanto sua técnica surgiu como uma necessidade de atingir a música que ele imaginava, já que a tradicional poderia não dar conta.

Em depoimento ao Violão Ibérico, Marcus Tardelli conta como desenvolveu sua técnica:

O disco “Unha e Carne” e o violão Lineu Bravo

O disco de violão solo “Unha e Carne” foi gravado com composições de Guinga, e Tardelli fez todos os arranjos com sua forma particular de tocar e pensar o instrumento. Ele gravou esse disco utilizando o violão preferido de Guinga, construído pelo luthier Lineu Bravo.

Tardelli contou um pouco sobre essa história: “Pouco antes de começar a gravação do meu disco “Unha e Carne” (CD dos meus arranjos pra violão solo de composições do Guinga), eu estava testando alguns violões no estúdio que combinassem mais com aquele repertório. Na época, além dos violões que eu tinha, levei um violão do Lineu que o Guinga tinha acabado de receber. Ele estava encantado com o instrumento, dizendo que era um dos melhores que ele já tinha tocado. Então, ele sugeriu que eu fizesse o teste no estúdio com esse instrumento para a gravação.
Durante os testes, o violão encaixou tão bem com o repertório que acabou sendo usado na maioria das faixas.”.
Surpresas na reta final da gravação: “Já quase no final do disco, no dia seguinte a uma emocionante sessão de gravações, o Guinga, que acompanhou todo o processo do CD, chegou pela manhã no estúdio emocionado com dois presentes:
Uma música feita em minha homenagem que acabou sendo gravada logo a seguir e que levou o nome do disco “Unha e Carne”, expressão que além de resumir o toque da mão direita do violão (com a unha e a carne do dedo), serviu pra celebrar a relação de afinidade entre dois artistas.
O segundo presente foi o violão do Lineu que eu estava usando nas gravações.
Ele disse: “Depois de ouvir você tocar nesse instrumento, vi que este não me pertence mais”.

Depoimento de Marcus Tardelli sobre seu violão Lineu Bravo

“Poucas vezes, vi tantas qualidades em um só violão: perfeito equilíbrio entre timbres, potente volume, um confortável braço e um lindo acabamento. É um instrumento que, sem dúvida, não deve nada aos grandes violões de renome internacional.”

Sobre Lineu Bravo

Lineu Bravo é luthier autodidata, apreciador de boa música. Desde cedo desenvolveu intimidade com a madeira na marcenaria do pai. Construiu o primeiro instrumento aos 14. Desde então, seus violões, cavacos, bandolins e violas têm ido parar nas mãos de grandes músicos. Guinga, Zélia Duncan, Marcus Tardelli, Marco Pereira, João Bosco, Yamandú Costa, Chico Buarque, Ulisses Rocha, Hamilton de Holanda, Ângela Muner, Rogério Caetano, Mauricio Carrilho, Luciana Rabello, João Lyra, Mauricio Marques, Edson Lopes, Alessandro Penezzi, Juarez Moreira, Fernando César, Jayme Vignoli, Flávio Apro, Giacomo Bartoloni, Swami Jr, Rosa Passos, Ana Carolina, Zé Paulo Becker, Douglas Lora e todos os integrantes do Quarteto Maogani são alguns deles.

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