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A “Cidade Luz”, como é carinhosamente conhecida a cidade de Paris, na França, é símbolo da cultura francesa e mundial, atraindo quase 30 milhões de visitantes e destacando-se em vertentes, como moda, arte e cultura. Nasceram na cidade movimentos artísticos, como o expressionismo, o surrealismo e o fauvismo, e importantes figuras da arte e pensamento, como René Descartes, VoltaireVictor HugoÉmile Zola, Simone de BeauvoirEdith Piaf.

Também acolheu numerosos artistas estrangeiros, como  Leonardo da VinciVincent van GoghPablo Picasso e escritores, como Ernest HemingwayGabriel García MárquezMario Vargas Llosa, Francis Scott Fitzgerald, JoyceOscar Wilde.

A música brasileira vem sendo, ao longo dos anos, fortemente disseminada em Paris por talentosos artistas brasileiros, que acabam levando sua música e cultura para lá. Maurício Carrilho, brilhante violonista, é um dos nomes de destaque que já se apresentou e gravou discos na capital francesa.

Carreira de Maurício Carrilho

Maurício Carrilho é carioca, instrumentista, arranjador, produtor, pesquisador de MPB e, também, cliente do luthier Lineu Bravo.
Iniciou a carreira de músico em 1977, participando de vários grupos, como “Carioquinhas” (em parceria com os irmãos Rafael e Luciana Rabello), que acabou por ser a base para o grupo “Camerata Carioca” (ao qual juntou-se Radamés Gnattali, uma das grandes personalidades do choro no Brasil), e “O Trio”.
No final dos anos 90, Maurício fundou uma gravadora, junto de Luciana Rabello, a “Acari Records”, na qual tem feito um trabalho de divulgação e pesquisa de repertório do choro.

O músico também desenvolve um trabalho na área de educação, viajando pelo Brasil, realizando workshops em que apresenta aos jovens músicos a base do choro (primeiro gênero de música popular urbana brasileira).

Maurício Carrilho em Paris

No ano de 1993, formou o grupo “O Trio”, no qual atuou como violonista ao lado de Paulo Sérgio Santos (clarinete) e Pedro Amorim (bandolim). Neste mesmo ano, o grupo gravou, em Paris, o seu primeiro CD “O Trio”, duplamente indicado ao “Prêmio Sharp”, na categoria de “Música Instrumental”. O grupo também gravou com Teca Calazans o LP “Samba de Bamba”.

Maurício Carrilho também já se apresentou no Theatre Des Champs Elysées, localizado em Paris, com regência do maestro Kurt Masur, interpretando “Suíte para Violão de Sete Cordas e Orquestra”. A mesma composição também foi interpretada pelo violonista Yamandú Costa, acompanhado pela Orquestra Sinfônica Brasileira, regida pelo maestro Roberto Minczuc.

Maurício Carrilho e o violão Lineu Bravo

Maurício adquiriu um violão Lineu Bravo em 2006, com sete cordas e tampo
em cedro Canadense.

Algum tempo depois, entregou o seu instrumento a um amigo australiano, o músico Doug De Vries, que ficou encantado ao tocar o violão, mas não podia esperar o seu ficar pronto. Maurício diz que fez isso na certeza de que receberia um instrumento tão bom quanto o que tinha.

Lineu Bravo fez então o segundo violão para o cliente, com as mesmas características do anterior.

Maurício Carrilho e Lineu Bravo

Maurício Carrilho e Lineu Bravo

Desde então, o músico vem disseminando seu talento ao redor do mundo, inclusive na capital mundial da Cultura, Paris. Assim, a música brasileira vem sendo muito bem representada lá fora, inclusive sendo interpretada por um violão do luthier Lineu Bravo.

Fonte: Wikipédia e Dicionário MPB

- Confira o depoimento que Maurício Carrilho deixou sobre seu violão Lineu Bravo.

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