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Trilha sonora de “A Lista de Schindler” ganha versão em um violão Lineu Bravo, do cliente italiano Mario Murru

O filme norte-americano “A Lista de Schindler”, de 1993 e dirigido Steven Spielberg, conta a história de Oskar Schindler, um empresário alemão que salvou a vida de mais de mil judeus durante o Holocausto ao empregá-los em sua fábrica.  Além do emocionante enredo, a história conta com uma incrível trilha sonora (Schindler’s List), feita por John Williams e lançada em 1994.

Essa versão é especial para o luthier Lineu Bravo, pois quem a toca é o violonista italiano Mario Murru, para quem ele construiu um violão, em 2008.

Mario Murru e o violão Lineu Bravo

Mario Murru é um concertista italiano especializado em tocar violões antigos, que em suas performances pelo mundo apresenta seu solo em instrumentos, tanto modernos quanto do século 19.

Em 2008, depois de ouvir o som de um violão de Lineu Bravo através do violonista Marcus Tardelli, também cliente de Lineu, ele decidiu que queria um instrumento construído pelo luthier, que pudesse ser tocado com a delicadeza aprendida ao longo de sua carreira, nos instrumentos antigos.

Quando recebeu seu violão de 6 cordas, com tampo em Cedro Canadense, faixas e fundo em Jacarandá, Mario Murru participou de importantes festivais pelo mundo todo.

O violão 6 cordas Lineu Bravo nas mãos de Mario Murru

O violão 6 cordas Lineu Bravo nas mãos de Mario Murru

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Conheça um pouco mais da história de Swami Jr

O músico Swami Antunes de Campos Jr, mais conhecido como Swami Jr, apaixonou-se pela música desde cedo, não poderia ter sido diferente já que cresceu no meio musical. Seu bisavô tocava piano, acordeom e bandolim e seu pai toca violão e é cantor. Já foi professor de violão, baixo, harmonia, prática de conjunto e arranjo, mas hoje não consegue conciliar as aulas com as viagens e gravações.

O talentoso instrumentista toca violão de 7 cordas e baixo elétrico e adota como estilo a tradição popular do violão brasileiro, incorporando ainda elementos de jazz, música erudita, africana e cubana.

Compõe desde os 12 anos e coleciona músicas gravadas por Zizi Possi, Virgínia Rosa, Vânia Bastos, José Miguel Wisnik, Luís Felipe Gama e Ana Luiza, entre outros.

Já gravou com nomes como Marco Pereira, Chico Pinheiro, Luciana Souza e Chico César. Além de ter acompanhado mundialmente a cantora cubana Omara Portuondo por 7 anos, como diretor musical e violonista. Swami já soma 3 décadas de uma brilhante carreira.

Violão Lineu Bravo

Em 2009, Swami Jr conheceu o trabalho do luthier Lineu Bravo e logo fez a sua encomenda, um sete cordas de náilon com tampo em Cedro Canadense, fundo em Jacarandá Indiano e escala elevada em Ébano.

Swami Jr com seu violão Lineu Bravo

Swami Jr com seu violão Lineu Bravo

Sobre seu violão, o músico diz: “O instrumento é maravilhoso! Cada vez gosto mais dele.”.

Fonte: Músicos do Brasil

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No Dia Nacional do Samba, conheça um pouco mais desse ritmo musical tipicamente brasileiro

Na década de 1940, o ritmo passa a ser sinônimo de brasileiro

O samba, gênero musical brasileiro mais conhecido do mundo, tem origem nas estruturas musicais europeias e africanas, mas tomou conta do país com os símbolos da cultura negra.

O termo foi mencionado pela primeira vez em 1838, em um jornal pernambucano chamado “O Carapuceiro”. No Rio de Janeiro, a palavra passa a ser conhecida somente no final do século XIX, sempre ligada aos festejos rurais, ao universo negro, e à Bahia.

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A consolidação de um ritmo

Esse gênero musical foi tomando forma com características urbanas, mestiças e cariocas, e, assim, foi desenhando-se, com instrumentos de percussão, para posteriormente, ser consolidado como o principal ritmo musical do Rio.

A expansão do gênero deu-se com ajuda de dois fatores: a recém-inaugurada radio difusão e os incentivos ao carnaval das escolas naquela época.

Na década de 1940, o ritmo passa a ser sinônimo de brasileiro e ganha status e fama internacional. Atualmente, o mundo vê o Brasil como berço do carnaval.

O termo “samba” criou sólidas raízes, e, por consequência, surgiram várias ramificações etimológicas, alguns exemplos: samba-choro, samba de terreiro, samba-enredo, samba de gafieira, samba-rock, entre muitos outros.

Os compositores pioneiros desse gênero construíram o que podemos chamar de legado cultural, alguns deles: Jozé Luiz de Moraes, o Caninha (mais antigo sambista da primeira leva), Heitor dos Prazeres e a Santíssima Trindade da música brasileira (como definiu Martinho da Vila): João da Baiana, Pixinguinha e Donga.

O Dia Nacional do Samba é comemorado em 2 de dezembro e foi criado em homenagem a Ary Barroso, pela composição da música “Na Baixa do Sapateiro”. Inicialmente, a data era festejada apenas na capital baiana, mas acabou se tornando nacional.

Fonte: Almanaque do samba: A história do samba, o que ouvir, o que ler, onde curtir.

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As sete cordas eternas de Dino

Maio é um mês especial para quem gosta de música brasileira e é fã de um nome marcante na história do violão. Mês de nascimento (5 de maio de 1918) e morte (27 de maio de 2006) de Horondino José da Silva, o Dino 7 cordas.

Por isso, faremos uma singela homenagem e contaremos um pouco sobre a carreira musical do grande Dino.

O-violonista-Dino-Cordas-DivulgacaoO violonista foi autodidata com a música e começou a aprender violão com o instrumento do pai. Ele tirava tudo de ouvido, escutando rádio e copiando.

Dino foi referência do luthier em seu início musical. “Como todos os que entram no universo do choro, eu conheci as gravações do mestre Dino logo nos primeiros contatos com o gênero, pois ele está presente na absoluta maioria das gravações importantes dos anos 40 aos 80″, diz Lineu.

Voltando ao Dino, em 1935, ele conheceu o flautista Benedito Lacerda, líder do mais prestigiado conjunto regional da época, no ano seguinte, entrou no Regional Benedito Lacerda e sua carreira começou a decolar.

Nesta época, Dino ainda tocava com seis cordas, até que ele se encantou pela sétima corda aderida por Tute, o Artur de Souza Nacimento, reconhecido violonista da época. Dino então encomendou um violão com o luthier Silvestre, na loja Bandolim de Ouro, com a sétima corda de violoncelo – técnica utilizada até hoje.

Inovação no violão

O violonista foi o principal responsável pelo desenvolvimento da técnica e linguagem chamada nas rodas de choro do contraponto melódico nas cordas mais graves do violão, chamada de “baixaria”.

Para Lineu, seu estilo único marcou uma era. “Ele criou uma linguagem de violão de acompanhamento, levando ao extremo a capacidade de fazer contraponto, mesclando acordes e baixarias.”

Motivação das sete cordas

Dino 7 cordas foi a primeira inspiração do luthier vinda das rodas de choro e continuou inspirando-o até os dias de hoje. Recentemente, Lineu Bravo criou o violão Sete Cordas de Aço Modelo Rogério Caetano. “Um violão que também não deixa de ser uma reverência ao Dino 7 cordas”.

“Dino deixou uma escola como legado, uma linguagem muito bem sedimentada que dá um sotaque ao choro e ao samba”, finalizou o luthier.

Curiosidade

Quem o incentivou Dino a colocar o “7 cordas” em seu nome artístico foi Jacob do Bandolim. Mas Dino tinha uma peculiaridade. Em suas composições, utilizava o nome de batismo Horondino Silva.

Chorinho com Dino 7 Cordas (Horondino da Silva) + Déo Rian (Bandolim) + Paulinho da Viola + César Faria (Violão)

Por Mayara Fujikake

Fonte: Funarte

- Confira a matéria sobre o violão Sete Cordas de Aço, modelo Rogério Caetano

- Violonistas marcantes do Brasil

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