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Dica Lineu Bravo: conheça a revista Violão Mais

Dica para os amigos amantes de música e violão! A revista digital Violão Mais é gratuita, basta se cadastrar para ter acesso à mais completa publicação do segmento: http://www.violaomais.com.br/

Na imagem, uma edição com o cliente de Lineu Bravo, Swami Jr., na capa!

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Sobre Lineu Bravo

Lineu Bravo é luthier autodidata, apreciador de boa música e morador da cidade de Taubaté, São Paulo. Desde cedo desenvolveu intimidade com a madeira na marcenaria do pai. Construiu o primeiro instrumento aos 14. Desde então, seus violões, cavacos, bandolins e violas têm ido parar nas mãos de grandes músicos. Guinga, Marcus Tardelli, Marco Pereira, João Bosco, Yamandú Costa, Chico Buarque, Ulisses Rocha, Hamilton de Holanda, Ângela Muner, Rogério Caetano, Maurício Carrilho, Luciana Rabello, João Lyra, Maurício Marques, Edson Lopes, Alessandro Penezzi, Juarez Moreira, Fernando César, Jayme Vignoli, Flávio Apro, Giacomo Bartoloni, Swami Jr, Rosa Passos, Ana Carolina, Zé Paulo Becker, Douglas Lora e todos os integrantes do Quarteto Maogani são alguns deles.

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Depoimento de Lineu Bravo sobre início da carreira

Confira depoimento de Lineu Bravo sobre início da carreira: “Desde cedo, desenvolvi intimidade com a madeira e estava sempre a explorar nas sobras da oficina de meu pai.
Lá pelos 10 anos comecei a tocar cavaquinho e assim aquela relação meramente utilitária com a madeira que até então tinha desenvolvido, transformou-se em algo novo, que ao mesmo tempo me causava assombro e desejo. Assim fui juntando música e madeira… Aos 14, construí meu primeiro instrumento”.

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Foto: Pedro Ivo Prates

Foto: Pedro Ivo Prates

Sobre Lineu Bravo

Lineu Bravo é luthier autodidata, apreciador de boa música. Desde cedo desenvolveu intimidade com a madeira na marcenaria do pai. Construiu o primeiro instrumento aos 14. Desde então, seus violões, cavacos, bandolins e violas têm ido parar nas mãos de grandes músicos. Guinga, Marcus Tardelli, Marco Pereira, João Bosco, Yamandú Costa, Chico Buarque, Ulisses Rocha, Hamilton de Holanda, Ângela Muner, Rogério Caetano, Mauricio Carrilho, Luciana Rabello, João Lyra, Mauricio Marques, Edson Lopes, Alessandro Penezzi, Juarez Moreira, Fernando César, Jayme Vignoli, Flávio Apro, Giacomo Bartoloni, Swami Jr, Rosa Passos, Ana Carolina, Zé Paulo Becker, Douglas Lora e todos os integrantes do Quarteto Maogani são alguns deles.

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Conheça umas das associações que disseminam a música brasileira na Europa: Club du Choro de Paris

O Choro está presente no mundo todo, esse ritmo musical tipicamente brasileiro possui uma associação em Paris, o Club du Choro de Paris. Entidades como essa são muito importantes para disseminar a música e cultura do Brasil.

Foto: XII Festival Internacional do Reencontro do Choro em Paris, 2016/ Facebook Club du Choro de Paris

Foto: XII Festival Internacional do Reencontro do Choro em Paris, 2016/ Facebook Club du Choro de Paris

A Associação Club du Choro foi criada em 2001 com o intuito de promover o Choro na Europa. Tem como membros o presidente Guy Le Roux (guitarrista), Maria Inês Guimarães (pianista), Julien Hamard e Beatriz Gomes. As principais influências do clube são: Pixinguinha, Jacob do Bandolim, Ernesto Nazareth e Chiquinha Gonzaga.

Uma das práticas utilizadas pela associação é oferecer cursos abertos a toda população. São práticas coletivas orientadas e auxiliam os alunos a desenvolver técnica musical e interpretação. São abordados padrões rítmicos e a improvisação. Nos finais dos cursos, os alunos fazem apresentações musicais.

Alguns dos cursos oferecidos

– Oficinas de Orquestra

Os estudantes formam conjuntos e estudam e tocam Choro. O repertório abordado é variado e a lista inclui vários clientes de Lineu Bravo, como: Chico Buarque, João Lyra, Jayme Vignoli, entre outros. Os professores: Thierry Moncheny , Jef Calmard, Maria Inês Guimarães e Wander Pio.

– Oficinas Instrumentais

Este curso oferece aulas de percussão e pandeiro brasileiro, presentes no universo de ritmos brasileiros como o choro, maxixe, o samba carioca, o coco, o maracatu, a ciranda, entre outros. O professor é o Wander Pio.

– Aulas de violão

O clube oferece aulas de violão 6 cordas e 7 cordas com Thierry Moncheny como professor.

Foto: Club du Choro de Paris

Foto: Club du Choro de Paris

– Cavaquinho

São aulas de cavaquinho para iniciantes e avançados, com o professor Jef Calmard

Grupos de Choro em Paris

Além dos cursos, rodas de choro são realizadas semanalmente, onde muitos grupos tocam repertórios brasileiríssimos em plena Europa. Confira alguns grupos de Choro de Paris:

– Bécots da Lapa

Foto: Club du Choro de Paris

Foto: Club du Choro de Paris

– Duo in Uno

Foto: Club du Choro de Paris

Foto: Club du Choro de Paris

– Maria Inês Guimarães Quartet

Foto: Club du Choro de Paris

Foto: Club du Choro de Paris

– Pingo de choro

Foto: Club du Choro de Paris

Foto: Club du Choro de Paris

Fonte: Club du Choro de Paris

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No Dia Nacional do Choro, conheça um pouco mais sobre esse gênero tipicamente brasileiro

Criado a partir de uma mistura de elementos europeus e brasileiros, o gênero é conhecido pela improvisação e emoção

Considerado o primeiro gênero popular urbano tipicamente brasileiro, o choro foi criado a partir da mistura de elementos das danças de salão europeias e da música popular portuguesa, com influências da música africana. Comemora-se o dia nacional desse gênero todo dia 23 de abril. Surgiu como uma maneira mais emotiva de interpretar uma melodia e, como gênero, só tomou forma na primeira década do século XX.

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O músico Henrique Cazes, autor do livro “Choro – Do Quintal ao Municipal”, a obra mais completa já publicada até hoje sobre esse gênero, explica a origem do termo como sendo um jeito sentimental de abrasileirar as danças europeias.

Os conjuntos musicais que executam o choro são chamados de “rodas de choro”, e os músicos que o praticam são conhecidos como “chorões”. Dos instrumentos do gênero, destacam-se: a flauta, o bandolim, o cavaquinho, o clarinete, o saxofone, o violão de 6 e 7 cordas, e o pandeiro.

Ao executar o choro, o “chorão” possui total liberdade para tocar as melodias e não precisa seguir à risca as notas da partitura. O resultado final depende, portanto, em grande parte da interpretação dos músicos, que podem improvisar sobre o ritmo das melodias ou até mesmo inserir notas.

Influência de Pixinguinha

Alfredo da Rocha Vianna Filho, o genial Pixinguinha, contribuiu diretamente para que o choro encontrasse uma forma definida e foi muito importante para a evolução do gênero. Ele introduziu elementos da música afro-brasileira e da música rural nas polcas, valsas, tangos dos chorões. O Dia Nacional do Choro é comemorado no dia 23 de abril, data em que nasceu o compositor Pixinguinha (1897-1973).

Além do Pixinguinha, vários outros compositores se destacam dentro do Choro, dentre eles: Jacob do Bandolim, Ernesto Nazareth, Chiquinha Gonzaga, Waldir Azevedo, Paulinho da Viola e Zequinha de Abreu.

Fonte: Clube do Choro e Estação Musical

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