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Lineu Bravo, o luthier que faz violão de ouvido 

Chico Buarque, Ana Carolina, Yamandu Costa, Guinga, Marcus Tardelli, Marco Pereira, Ulisses Rocha, Hamilton de Holanda, Ângela Muner, Daniel Santiago, Rogério Caetano, Mauricio Carrilho, Luciana Rabello, João Lyra, Oscar Ferreira, Alessandro Penezzi, Juarez Moreira, Fernando César, Jayme Vignoli, Flávio Apro, Giacomo Bartoloni, Swami Jr., Rosa Passos, Zé Paulo Becker e todo o Quarteto Maogani têm mais em comum do que o fato de serem músicos: todos eles possuem um violão de Lineu Bravo, luthier de Sorocaba que vive desde 2008 em Taubaté.

- Saiba mais na matéria da ar.v Cultural

Guilherme Lamas, cliente de Lineu Bravo, lança novo disco em parceria com Rafael Thomaz

Saiba tudo sobre o álbum que será lançado em março de 2018

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Guilherme Lamas, cliente de Lineu Bravo, lança em março de 2018 um novo álbum chamado “Idas e Vindas”, um trabalho autoral de música instrumental em homenagem ao compositor e multi-instrumentista Garoto, Aníbal Augusto Sardinha.

O trabalho é um Duo de Violões, em parceria com o músico Rafael Thomaz, que foi um dos primeiros clientes de Lineu, quando Rafael ainda estudava no conservatório de Tatuí. Atualmente, o violão não está mais com ele.

Já Guilherme, toca um 7 cordas de aço modelo Rogério Caetano e, em breve, vai estrear seu novo instrumento que o luthier está fabricando para ele, um 7 cordas de náilon.

Novo álbum

O álbum “Idas e Vindas”, um Duo de Violões, desenvolve o trabalho autoral de música instrumental partindo da homenagem em comemoração ao centenário do compositor e multi-instrumentista Garoto, Aníbal Augusto Sardinha.

As músicas foram compostas em 2015 e são inspiradas na musicografia de Garoto – que fazem parte da trajetória do Duo.

O repertório do disco é constituído por variações em torno do choro, que vai desde polcas tradicionais até o choro moderno, com diversas influências externas.

O projeto começou a ser desenvolvido em 2014 e partiu de arranjos com a interação dos dois músicos, Guilherme Lamas e Rafael Thomaz, como solistas dos instrumentos: o Violão 7 Cordas de Aço e Violão 6 Cordas de Nylon.

O show de lançamento, que será no auditório ADunicamp, já tem data e está agendado para o dia 22 de março de 2018. No dia 19 de abril de 2018, o show será no teatro SESC Campinas.

Sobre a carreira de Guilherme Lamas

Guilherme Lamas - Copia

Guilherme Lamas é músico formado em Violão Popular 7 Cordas e mestrando em Música na Unicamp. É também violonista, arranjador, compositor, produtor musical e professor.

Seu trabalho é difundido nos Centros Culturais, Conservatórios, Universidades, Sesc’s e Prefeituras do interior do Estado de São Paulo, e também no exterior, com turnê nos Estados Unidos e Colômbia.

Em 2017, foi indicado ao prêmio “Melhores Instrumentistas da Música Brasileira 2017”.

Os trabalhos de Guilherme são publicados nas importantes plataformas, como sites: ViolaB, Discos do Brasil, Lineu Bravo, rádio USP, rádio Câmara, rádio Lora (Suíça), além das mídias digitais: Spotify, Deezer, ITunes, Site, Youtube, FanPage, SoundCloud.

Guilherme Lamas e o violão Lineu Bravo

Guilherme Lamas toca um Violão Lineu Bravo 7 Cordas de aço modelo Rogério Caetano, adquirido em agosto de 2016. Logo, vai estrear seu novo instrumento construído por Lineu Bravo: um 7 cordas de náilon.

O músico conheceu os violões de náilon confeccionados por Lineu Bravo em 2005, época em que estudou no Conservatório de Tatuí.

“O Violão de 7 Cordas de Aço Lineu Bravo é uma obra prima, estou super feliz em poder tê-lo no meu dia a dia. No dia em que peguei o violão em sua luthieria, já fiquei impressionado com o instrumento no primeiro acorde que toquei: timbre, volume, equilíbrio, tocabilidade, afinação.”, conta Guilherme sobre seu violão. Você pode conferir o depoimento do músico, na íntegra, aqui!

Sobre a carreira de Rafael Thomaz

Rafael Thomaz é doutorando e mestre em música pela UNICAMP, onde cursou o Bacharelado em Música Popular. Atua como violonista, tanto no âmbito da música de concerto quanto na música popular.

Foi premiado em concursos nacionais de violão, apresentou-se como concertista em importantes séries de concerto e como solista a frente de orquestras e grupos de câmara.

Atua também ativamente como professor, técnico de som e produtor musical.

Sobre Lineu Bravo

Lineu Bravo é luthier autodidata, apreciador de boa música. Desde cedo desenvolveu intimidade com a madeira na marcenaria do pai. Construiu o primeiro instrumento aos 14. Desde então, seus violões, cavacos, bandolins e violas têm ido parar nas mãos de grandes músicos. Guinga, Zélia Duncan, Marcus Tardelli, Marco Pereira, João Bosco, Yamandú Costa, Chico Buarque, Ulisses Rocha, Hamilton de Holanda, Ângela Muner, Rogério Caetano, Mauricio Carrilho, Luciana Rabello, João Lyra, Mauricio Marques, Edson Lopes, Alessandro Penezzi, Juarez Moreira, Fernando César, Jayme Vignoli, Flávio Apro, Giacomo Bartoloni, Swami Jr, Rosa Passos, Ana Carolina, Zé Paulo Becker, Douglas Lora e todos os integrantes do Quarteto Maogani são alguns deles.

Site Guilherme Lamas

FanPage Guilherme Lamas

Youtube Guilherme Lamas

Site Rafael Thomaz

Lucas Telles e o 7 cordas Lineu Bravo

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O violonista e compositor Lucas Telles adquiriu em 2013, o primeiro 7 cordas de Aço modelo Rogério Caetano com tampo de pinho construído pelo luthier Lineu Bravo. Antes disso, em 2010, o luthier construiu para ele um 7 cordas de náilon.

Lucas contou como ficou sabendo do trabalho do luthier: “Conheço os violões dele desde a época que ele morou em Ouro Preto, quando alguns colegas daqui de MG adquiriram. Mas fui conhecê-lo pessoalmente em 2008, em Belo Horizonte, quando o Lineu veio entregar um violão a um amigo. Nessa ocasião já fiquei muito interessado em comprar um violão dele, mas ainda não tinha condições financeiras. Depois, em 2009, estive com ele no festival de música de Ourinhos e toquei no violão que ele havia levado para o Maurício Carrilho, foi ai que encomendei meu primeiro violão feito por ele. O segundo, 7 de aço, encomendei depois de conhecer o model na casa do Rogério Caetano.”

Sobre a carreira de Lucas Telles

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Natural de Juiz de Fora, o violonista e compositor é graduado em música, com habilitação em violão pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

O músico também é formado pela Promusic Escola de Música, onde lecionou de 2007 a 2010. Em 2013, foi um dos vencedores do XIII Premio BDMG Instrumental e teve seu trabalho selecionado para participar do Música Independente 2013.

Foi selecionado pelos programas do BDMG Cultural, Jovem Músico, em 2009, e Jovem Instrumentista, em 2011 e classificou-se, também, em terceiro lugar, no concurso de composição do I Festival Choro Novo, em 2011.

Já dividiu palco com Marku Ribas, Toninho Carrasqueira, Nailor Proveta, Zé Nogueira, Waldir Silva, Mauro Zockratto, Leo Eymard, e grupo Capela em Trio.

Participou de programas como “Sesc Instrumental”, da TV Sesc São Paulo; “Música de Todos os Tempos” e “Dedo de Prosa”, da TV Horizonte, e “Opinião Minas”, da Rede Minas. Bacharelando em composição pela UFMG, Lucas Telles se divide entre os estudos e o seu grupo, Toca de Tatu, que lançou o primeiro álbum, “Meu amigo Radamés”, no primeiro semestre de 2013.

Depoimento de Lucas Telles sobre seus violões Lineu Bravo

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Lucas deixou um pequeno depoimento sobre os dois instrumentos que possui, construído pelo luthier Lineu Bravo: “O violão do Lineu é incrível. Me acompanha a 8 anos, em diversas gravações, shows e viagens. Tem um timbre super bonito e um grave bem presente, além de uma tocabilidade incomparável. É um dos violões mais requisitados do Brasil e fico muito feliz de poder ter dois exemplares comigo!”.

Sobre Lineu Bravo

Lineu Bravo é luthier autodidata, apreciador de boa música. Desde cedo desenvolveu intimidade com a madeira na marcenaria do pai. Construiu o primeiro instrumento aos 14. Desde então, seus violões, cavacos, bandolins e violas têm ido parar nas mãos de grandes músicos. Guinga, Zélia Duncan, Marcus Tardelli, Marco Pereira, João Bosco, Yamandú Costa, Chico Buarque, Ulisses Rocha, Hamilton de Holanda, Ângela Muner, Rogério Caetano, Mauricio Carrilho, Luciana Rabello, João Lyra, Mauricio Marques, Edson Lopes, Alessandro Penezzi, Juarez Moreira, Fernando César, Jayme Vignoli, Flávio Apro, Giacomo Bartoloni, Swami Jr, Rosa Passos, Ana Carolina, Zé Paulo Becker, Douglas Lora e todos os integrantes do Quarteto Maogani são alguns deles.

 

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Encontro de clientes de Lineu Bravo: o maranhense Francisco Solano e o curitibano Lucas Melo

Conheça um pouco mais da carreira desses talentosos músicos que tocam instrumentos construídos por Lineu Bravo

Um encontro de clientes especiais do luthier Lineu Bravo aconteceu recentemente em Curitiba: o músico curitibano Lucas Melo e o maranhense Francisco Solano, integrante do Regional Tira Teima, grupo de choro mais antigo em atividade em São Luís (fundado em 1973). Ambos portando um 7 cordas construído por Lineu, especialmente para eles, cada um com a sua história.

Sobre esse encontro, Lucas Melo conta:
“Conheci o Francisco Solano em 2017, quando ele esteve com o Regional Tira Teima em Curtiba, onde tive o prazer de recebê-los e dar uma canja com eles. Me dei muito bem com o Solano e fizemos um som legal juntos, ele é um cara muito gente boa e que sabe tudo de 7 Cordas”.

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Lucas Melo

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Músico curitibano, é violonista de 7 cordas do tradicional Conjunto Choro e Seresta (regional de choro com 44 anos de existência) e também atua como professor no Conservatório de MPB de Curitiba.

Lucas estudou música na escola Jean Jacques Rousseau e no Conservatório de MPB de Curitiba, onde desenvolveu, com os músicos Sergio Albach e Claudio Menandro, a linguagem do choro e do violão brasileiro.
Em 2015, gravou o CD instrumental “Papo de Xara” com o cavaquinhista Lucas Miranda.
Como professor, foi convidado a ministrar aulas na Oficina de Choro da Faculdade de Artes do Paraná (2011), no Conservatório de MPB de Curitiba (2012) e na EPM Rotterdam e na Casa do Choro de Toulouse (2015).
Já se apresentou no Brasil e em diversos países ao lado de músicos como Rogério Souza, Mario Seve, Antônio Rocha, Ronaldo do Bandolim, Dirceu Leite, Ana Paula da Silva, Ceumar, Toninho Carrasqueira, Joao Macacão, Rafael Toledo, Sérgio Albach, Julião Boêmio, Daniel Migliavacca, entre outros.

Além de atuar como instrumentista em espetáculos musicais diversos, também atua na produção de arranjos, gravações, e projetos culturais em Curitiba.

Lucas Melo e o violão Lineu Bravo
Lucas adquiriu o violão 7 cordas construído pelo luthier Lineu Bravo no ano de 2010, porém foi roubado em 2011. O músico conseguiu recuperar o violão em 2016.

Ele ficou sabendo do trabalho do luthier por meio de outros violonistas, como Marco Pereira e Rogerio Caetano, também clientes de Lineu e que indicaram seu trabalho ao músico.

Lucas Melo deixou um depoimento sobre o instrumento que possui, um 7 cordas: “O instrumento do Lineu é único, com timbre maravilhoso e depois que comecei a usá-lo em shows e gravações não quis mais nenhum outro. Houve uma situação infeliz em 2011 em que sofri um assalto  e me levaram o violão, e apenas consegui recuperá-lo 5 anos depois, em 2016. Desde então, não me separo mais do meu violão.”

Francisco Solano

O maranhense Francisco Solano é técnico e músico por hobby. Integra o Tira Teima, mais antigo grupo de choro do Maranhão em atividade.

Francisco é presidente do Clube do Choro do Maranhão e titular do violão sete cordas do Tira Teima.

Em entrevista ao site O Imparcial, Francisco conta que acredita que a roda de choro é a maior escola: “A escola do choro é a roda. Você pode ir para escola de música desenvolver técnica, mas a escola do choro é a roda, não tem outro caminho. O choro nasceu assim e só tem valor se for assim, no meu entender.”

Francisco também falou sobre sua maior referência musical, Dino 7 Cordas: Pra mim a grande referência foi uma pessoa que eu tive o prazer de conversar, de ele me dizer muita coisa, que foi Dino. O Dino é a grande referência para o sete cordas. Eu acho que só existe sete cordas por causa dele, a forma de tocar sete cordas foi criação dele.”

O músico afirmou gostar do trabalho de músicos novos como Gian Correa, de São Paulo, Rogério Caetano, também cliente de Lineu Bravo, Zé Barbeiro e Luiz Filipe. Segundo Francisco, o violão mais tocado no Brasil é o sete cordas: “Pra onde você vai tem um tocando, e muita gente muito boa.”

Sobre Lineu Bravo

Lineu Bravo é luthier autodidata, apreciador de boa música. Desde cedo desenvolveu intimidade com a madeira na marcenaria do pai. Construiu o primeiro instrumento aos 14. Desde então, seus violões, cavacos, bandolins e violas têm ido parar nas mãos de grandes músicos. Guinga, Zélia Duncan, Marcus Tardelli, Marco Pereira, João Bosco, Yamandú Costa, Chico Buarque, Ulisses Rocha, Hamilton de Holanda, Ângela Muner, Rogério Caetano, Mauricio Carrilho, Luciana Rabello, João Lyra, Mauricio Marques, Edson Lopes, Alessandro Penezzi, Juarez Moreira, Fernando César, Jayme Vignoli, Flávio Apro, Giacomo Bartoloni, Swami Jr, Rosa Passos, Ana Carolina, Zé Paulo Becker, Douglas Lora e todos os integrantes do Quarteto Maogani são alguns deles.

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Conheça Fernando César, cliente de Lineu Bravo

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Fernando César possui uma trajetória musical que se confunde com a de seu irmão, Hamilton de Holanda no grupo Dois de Ouro. Eles começaram a tocar, ainda crianças, incentivados pelo pai. Esse brilhante brasiliense, cliente do luthier Lineu Bravo, é violonista, professor, compositor, arranjador e produtor musical. Possui dois violões feitos pelo luthier, um 7 cordas de náilon e um 7 cordas de aço modelo Rogério Caetano.

Sobre Lineu Bravo

Lineu Bravo é luthier autodidata, apreciador de boa música e morador da cidade de Taubaté, São Paulo. Desde cedo desenvolveu intimidade com a madeira na marcenaria do pai. Construiu o primeiro instrumento aos 14. Desde então, seus violões, cavacos, bandolins e violas têm ido parar nas mãos de grandes músicos. Zélia Duncan, Guinga, Marcus Tardelli, Marco Pereira, João Bosco, Yamandú Costa, Chico Buarque, Ulisses Rocha, Hamilton de Holanda, Ângela Muner, Rogério Caetano, Maurício Carrilho, Luciana Rabello, João Lyra, Maurício Marques, Edson Lopes, Alessandro Penezzi, Juarez Moreira, Fernando César, Jayme Vignoli, Flávio Apro, Giacomo Bartoloni, Swami Jr, Rosa Passos, Ana Carolina, Zé Paulo Becker, Douglas Lora e todos os integrantes do Quarteto Maogani são alguns deles.

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